19 de abril de 2021

Matadores de pets estão à solta. Saiba o que fazer em caso de envenenamento

Uma triste realidade. Quem ainda não viu um cão ou gato de rua agonizando nas vias públicas, enquanto muitas pessoas olham e poucos se manifestam para ajudar? Eles foram envenenados, geralmente por chumbinho de rato, tão letal que ceifa a vida em questão de minutos.

São cenas que chocam a todos. Como no resto do País, elas acontecem rotineiramente em Manaus num momento de tanta mobilização em defesa dos animais no mundo.  Os consultórios e clínicas veterinárias estão cheios desses casos.

É alguém que se incomoda com a presença deles nas ruas, onde buscam a sobrevivência com as migalhas que encontram no lixo. E, por conta própria, de forma criminosa, decide eliminá-los. 

Fique de olho. Alerta. Não só os nossos queridos ‘vira-latas’ ou animais abandonados estão expostos a essas barbáries. O risco também ronda os de casa, onde já são amados como membros das famílias. Eles foram ‘humanizados’ e proporcionam muito alegria às pessoas, além de contribuir para a proteção, tratamento e desenvolvimento do ser humano. 

Esses matadores de pets agem sorrateiramente. Pode ser o seu vizinho do lado que reclama de latidos ou miados. E lá, na calada da noite, lança uma porção de carne ou outro alimento misturado ao veneno que custará a vida do seu amigo de quatro patas. Uma degustação mortal! 

São covardes, não mostram a cara. E tampouco se sensibilizam em vê-los mortos estirados nas ruas. Ao contrário, se comprazem em matar seres tão ainda indefesos e que dependem de nós para sobreviver. 

Não se enganem, assassinos de pets! Muitas pessoas estão hoje vigilantes e envolvidas na causa animal. Estão de prontidão para recorrer à Justiça e penalizá-los. Já existem leis que os defendem e, na primeira oportunidade, vocês poderão entrar em ‘cana’.

Portanto, o melhor é investir na prevenção contra a ação desses ‘bandidos’ sorrateiros, que agem na surdina. 

Desde cedo, condicione o seu pet a comer só o que você serve diariamente a ele. Se não conseguir, recorra a um especialista. Um animal bem condicionado não vai ingerir algo diferente de sua rotina alimentar. Mas para isso funcionar, é preciso treiná-lo. Exige muito esforço e muita paciência.

Se mesmo assim ele for envenenado, o tempo faz a diferença. Quanto mais cedo você buscar ajuda médica, maiores são as chances de sobrevivência. Apenas uma linha tênue, bem frágil, separa a vida da morte.

Nos primeiros socorros, pode ser usado carvão ativado. Ele impede a absorção completa do agente tóxico pelo organismo. Mas só vai funcionar se for aplicado logo após o acidente. Dilua em água, pegue uma luva e enfie direto na garganta do animal.

Uma colher de chá de água oxigenada volume 10, pura, também é providencial.  Ela induz o vômito.  É importante evitar que o veneno se espalhe pelo resto do organismo. Vomitando, o animal tem mais chances de sobreviver. Enquanto isso, corra atrás de um profissional, urgente.  O carvão ativado é encontrado em qualquer loja pet. 

Existem também casos de acidentes com desinfetantes e outros produtos de higiene e limpeza. E ainda remédios, plantas etc. Animais correm risco de se intoxicar. Dificulte o acesso a esses itens em casa. Restrinja caminhadas nos jardins. Só se realmente eles estiverem acompanhados de alguém que os vigie.

Quando limpar a casa, deixe-os afastados por uma hora até que a substância se dissipe. São medidas emergenciais que podem proteger o seu amigo. Fica a dica!

POR DENTRO

Sintomas: envenenamento

. Sialorreia (salivação excessiva com espuma)

. Vômito

. Diarreia

. Dificuldade para caminhar

. Desequilíbrio.

. Tremores

. Convulsão

. Sangue na urina

. Diminuição da frequência cardíaca

DICA ANIMAL

‘Não descuide da minha orelha’

Por que tutores continuam não limpando regularmente a orelha dos seus pets? Pois é, a falta de higienização é hoje uma das principais causas de otite (infecção no ouvido). A sujeira abre portas para a proliferação de ácaros, bactérias e vírus que vão causar doença no seu amigo.

Então, é importante você atentar para esses cuidados no dia a dia. E se tiver que levá-lo para banho e tosa, recomende colocar um chumaço de algodão para impedir a entrada de água no ouvido. A umidade é um convite para o surgimento de microrganismos.

Limpe regularmente o pavilhão auricular, sem exageros. Evite enfiar cotonete no ouvido. Você pode causar perfuração. E aí a situação pode se agravar. Limite-se a fazer a limpeza só ao redor do órgão. São medidas que previnem sofrimento ao bichinho e também gastos com tratamentos, muitas vezes caros.

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