Marcos Rotta diz que Ministério Público vai investigar frigorífico

Da tribuna da Assembleia Legislativa, ontem, 28, o deputado Marcos Rotta (PMDB) agradeceu o apoio que o Ministério Público está dando às blitze que a CDC/ALE (Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa) vem realizando sob sua supervisão, a partir de denúncias dos consumidores, em especial no episódio ocorrido no frigorífico Cooperfrigo, o Frigorífico do Alemão, situado no Puraquequara.
Rotta disse que há 40 dias a comissão recebeu algumas denúncias a respeito da falta de higiene naquele estabelecimento comercial, onde esteve acompanhado por membros da Delegacia do Consumidor, Procon/Am, Vigilância Sanitária e da Codesav e constataram várias irregularidades concernentes à precariedade de higiene,
Para surpresa dos integrantes da equipe, a própria fiscal da Codesav, Lílian Brasil, disse que não seria necessário fazer a fiscalização, uma vez que o órgão mantinha um escritório dentro do frigorífico, o que causou estranheza porque se existe fiscalização ela deveria ser feita em sua plenitude.
“Houve um certo impasse entre a comissão e a fiscal, e depois da negativa de barrar a fiscalização a própria fiscal tratou de, apressadamente, informar os funcionários da Cooperfrigo, de que haveria uma fiscalização num gesto altamente deplorável”, contou o deputado.
Diante das constatações e do laudo solicitado da Vigilância Sanitária do Município, a respeito das questões sanitárias e ambiental do abatedouro, Rotta disse ter solicitado do Ministério Público que interviesse nessa questão.
Ele revelou que recebeu da Promotoria de Defesa do Consumidor, ofício da promotora Sheyla Andrade dos Santos, informando à Assembléia Legislativa de que já foi instalado um procedimento para que se apure as questões erradas envolvendo o frigorífico que abate aproximadamente 300 reses por dia para consumo da população.
“Isso é mais uma clara demonstração de que o Ministério Público está preocupado com essa questão”, disse o deputado, ressaltando que não se trata de uma simples questão de consumo, mas de produtos que são geridos por seres humanos.

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