24 de fevereiro de 2021

Marcelo Ramos defende equilíbrio de forças para valorizar Norte e Nordeste

O primeiro-vice-presidente da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), comemorou a eleição três deputados da região Nordeste e um deputado da região Norte para compor a Mesa Diretora da Câmara, composta por sete membros titulares. Para ele, é importante a união dos estados do Norte e Nordeste, que têm os municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País.

“Essa união é fundamental para que sejamos um ponto de equilíbrio para a força do poder político e do poder econômico dos estados do Sudeste do País”, disse.

Ele ressaltou que isso não deve ter “espírito de conflito federativo”, mas sim “espírito colaborativo”.

Ramo defendeu também a prioridade para a aprovação do Orçamento de 2021 na Casa. Segundo ele, “sem o Orçamento, não é possível discutir plano emergencial para os brasileiros ou reestruturação do Bolsa Família”.

“A PEC Emergencial deve correr de forma paralela, com a sabedoria do governo e dos líderes de que, dentro dela, há pontos mais importantes do que outros, como gatilhos, a dexindexação, a desvinculação. Se nós conseguirmos acordo em relação a isso, devemos abrir mão das outras partes, para garantir um programa de renda mínima”, avaliou.

Após a PEC Emergencial, ele disse que serão enfrentadas a reforma administrativa e a reforma tributária.

Ramos pretende atuar como força auxiliar do novo presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), na busca de construção de alianças e de convergências e de diálogo com os partidos de oposição, “necessário para que a Casa consiga aprovar matérias”. Além do papel de conciliador, ele pretende atuar em defesa do estado do Amazonas, atingido pela crise da pandemia do novo coronavírus.

Atribuições do cargo

O primeiro-vice-presidente substitui o presidente da Câmara na ausência dele. Além disso, elabora parecer sobre requerimentos de informação e sobre projetos de resolução.

Em 2020, Ramos foi presidente da comissão especial da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê prisão após condenação na segunda instância.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

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