Manaus tem potencial de 400 empresas

Manaus reúne aproximadamente 400 empresas que poderiam migrar para o mercado livre de energia elétrica. A estimativa da Thymos Energia considera as características do parque industrial instalado na Zona Franca e os serviçwwos da região, como shoppings e hotéis. “O acesso ao mercado livre é uma das grandes vantagens de a região ter sido ligada ao SIN (Sistema Integrado Nacional), podendo adquirir energia produzida por hidrelétricas de todo o país”, explica o gerente de Inteligência de Mercado e Gestão de Energia da consultoria, Sami Grynwald.
Ao optar pela contratação de energia no mercado livre, as empresas reduzem seu gasto com energia elétrica em 25%, em média. Essa previsão de economia considera os resultados das indústrias e comércios de todo o país que fizeram a transição com o apoio da Thymos nos últimos meses.
Trata-se de economia significativamente superior à registrada ao longo da história do mercado livre brasileiro. Em média, de acordo com informações da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia), os consumidores verificaram uma redução de 17% nos seus gastos com energia desde o lançamento do ambiente de contratação, em meados dos anos 1990.
As reduções de custos estão associadas principalmente às diferenças nas condições de contratação da energia entre distribuidoras e comercializadoras. Outra vantagem é que é possível contar com gestão dedicada da energia, de modo a garantir as condições mais adequadas para o negócio inclusive em termos de previsibilidade dos gastos.
Quem pode participar do mercado livre – O mercado livre de energia pode ser acessado por praticamente qualquer empresa de médio ou grande porte. As indústrias com demanda igual ou superior a 3 MW compram energia principalmente de grandes hidrelétricas. Já no caso das empresas com demanda contratada entre 500 kW e 3 MW -os chamados consumidores especiais -, a energia deve ser adquirida energia de fontes incentivadas, como PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), usinas eólicas ou a biomassa. Além de pagar menos pelo insumo, essas empresas têm a vantagem do desconto de 50% nas tarifas de distribuição e transmissão.
Atendendo a esses requisitos, a empresa interessada deve manifestar sua intenção de migração ao ambiente de contratação livre junto à concessionária local de distribuição, mediante correspondência formal. Em seguida, o novo cliente deve negociar e assinar o contrato de fornecimento de energia elétrica com um gerador ou comercializador. Por fim, o novo integrante do mercado livre deve se associar à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), respeitando suas regras e procedimentos e responsabilizando-se pelo pagamento dos encargos, taxas e contribuições setoriais previstos na legislação.

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