Mais de cem ­desempregados saem ­qualificados pelo FAT

O IEL (Instituto Euvaldo Lodi), em parceria com a Setrab (Secretaria do Trabalho do Estado do Amazonas), capacita 104 trabalhadores desempregados com recursos fornecidos pelo FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), do governo federal.
São quatro cursos com carga horária variada: ­Informática Avançada, 220 horas; Montagem e Manutenção de Micro Computadores e Impressoras, 210; Técnicas de Vendas com Informática Básica, 220; Auxiliar de Departamento Administrativo com Informática Básica, 200 horas.
Os cursos são divididos em duas fases. A primeira, com 40 horas de Habilidades Transversais, trata dos direitos e deveres do trabalhador na sociedade e a segunda fase é a aprendizagem ao curso escolhido.
Segundo a coordenadora de capacitação do IEL/AM, Diva Bueno, é gratificante capacitar pessoas para recolocá-las no mercado de trabalho. “A função do IEL é capacitar e tentar colocar esses profissionais de volta ao mercado de trabalho”. Bueno revelou que a parceria já ocorreu há bastante tempo. O IEL ainda encaminha os estudantes para estágio, enquanto a Setrab busca recolocar no mercado os não estudantes, disse a coordenadora.
A parceria ocorre da seguinte forma: o IEL entra com os instrutores e material do curso e a Setrab com o recurso do FAT. Os cursos ocorrem pela manhã e tarde, e todos os participantes devem estar desempregados, cadas­trados e selecionados para fazer o curso pelo Sine/AM (Sistema Nacional de Emprego).
Segundo a titular da Setrab, Iranildes Caldas, o IEL é um órgão extremante competente para esse tipo de parceria. “É fundamental um organismo altamente qualificado para o trabalhador e ­trabalhadora. Assim como o IEL fazemos a nossa parte, que é conseguir ­emprego para os trabalhadores capacitados”, afirmou a gestora.
Para o desempregado Francisco de Souza Silva, 38 anos, conhecimento nunca é demais e sempre é necessário. Recebendo seguro desemprego, afirma que está empenhado em conseguir logo outro emprego, pois sem emprego não há como pagar a mensalidade. “Sou técnico em enfermagem, faço faculdade de pedagogia e trabalhava com vendas. O que aparecer de emprego eu topo, só não quero parar de estudar”.

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