Mais crescimento no e-commerce

O cenário para o e-commerce, mesmo com a pandemia de Covid-19 devastando a economia, já era bom em 2020. A ABComm (Associação Brasileira de E-commerce) estimou um crescimento de 18% para o setor no ano passado, atingindo pelo menos R$ 106 bilhões em receita. Com a economia em recuperação, o panorama pode ser ainda melhor.

Uma pesquisa da Neotrust, realizada com os dados de compra no comércio eletrônico durante o primeiro trimestre de 2021, apontou uma continuidade nesse crescimento. Nos três primeiros meses do ano, foram realizadas 78,5 milhões de compras online –um aumento de 57,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, que resultou em um faturamento de R$ 35,2 bilhões (72,2% a mais do que em 2020).

“No começo deste ano de 2021 havia uma expectativa de redução da intensidade da expansão, mas com a chegada da nova variante da Covid-19 e, consequentemente, da segunda onda de contaminação que atinge nosso país, nos deparamos com uma evolução ainda mais intensa das vendas no e-commerce não somente brasileiro, mas ao redor do mundo”, avalia o CEO da Neotrust, Fabrício Dantas.

Ou seja, quem não tem uma presença online forte, pode perder o bonde da história. E “presença online” não é apenas estar na internet, mas ter uma loja virtual segura e uma estratégia de marketing efetiva. “Sempre pergunto ao pequeno empreendedor que está buscando essa presença na internet: os mecanismos de busca são importantes para você? Você toma decisões procurando parceiros, clientes e fornecedores no Google? Então a mesma coisa vale para o seu negócio. Se você quer ser encontrado na internet, você precisa ter uma relevância –e a primeira sempre é o seu próprio site”, afirma o country manager da GoDaddy no Brasil, Beto Santos.

Muitas empresas conseguem encontrar clientes e fazer negócios apenas pelas redes sociais. E isso pode até funcionar –por um tempo. “Eu tinha dois mil amigos no Orkut, que hoje não sei mais onde estão”, lembra Santos, que explica que redes sociais são uma ferramenta de marketing importante, “mas você não é dono delas. Se amanhã o Instagram, Facebook ou Twitter mudarem seus termos de uso, seu negócio terá que se adaptar”, completa o executivo.

Da mesma forma, suas publicações terão o alcance que a plataforma quiser dar a ela –a não ser que você pague (e muito) por um impulsionamento e uma maior exposição. “As redes sociais são muito importantes para um negócio, mas nelas você está mostrando uma foto do dia, ou divulgando uma oferta do momento, não está contando a sua história”, explica o executivo.

Por outro lado, uma página personalizada faz com que seu proprietário controle sua narrativa: com texto, imagens e vídeos, a empresa pode mostrar o seu propósito e exibir um catálogo de produtos ou serviços. De acordo com um levantamento do Sebrae, 40% das empresas têm perfis em redes sociais e 70% usam WhatsApp, mas somente 27% possuem site (e domínio) próprio. Ao mesmo tempo, a dependência da web tradicional ainda é grande: 63% desses empresários acessam a internet para pesquisar preços e fornecedores, e 54% acessam para comprar insumos.

Para aproveitar o boom do e-commerce e beneficiar seus clientes, a Godaddy fez uma série de melhorias em seu criador de sites e lojas online. Além de permitir que o empreendedor crie conteúdo visual profissional para suas redes sociais por meio das ferramentas de marketing, a nova plataforma é integrada ao Instagram, Facebook e Twitter, e permite que as pessoas criem conteúdo, postem e monitorem, tudo via o criador de sites/lojas.

Realizando vendas por meio da sua própria loja online, o empreendedor não precisa pagar as taxas sobre transações dos marketplace, tampouco ver seu produto exposto ao lado dos concorrentes. A Godaddy ainda oferece teste grátis de 30 dias, sem a necessidade de cadastrar um cartão: pode criar e publicar o site ou loja e até mesmo vender sem precisar pagar antes. E se decidir adquirir o serviço, o pagamento ainda pode ser dividido em sete vezes no cartão de crédito.

“Mas eu não sei como criar um site”, você pensa, afinal tem que cuidar do seu próprio negócio. “O empreendedor brasileiro geralmente é o ‘faz tudo’ da sua empresa: compra, vende, contrata, gerencia as redes sociais e, em muitos casos, tem que montar seu próprio site”, brinca o executivo da GoDaddy.

Foto/Destaque: Divulgação

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