5 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Lula adota tom moderado e fala em ‘defesa da soberania’ ao lançar chapa

Bandeiras, filas enormes e gritos de apoio. O evento de lançamento da pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto começou em clima de festa. Entre militantes e deputados, o tom era de confiança na disputa pela Presidência da República. No ato, foi lançada a chapa com o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSB), pré-candidato a vice-presidente. Lula aparece na liderança das pesquisas de intenção de voto. “Até dia 2 de outubro, se Deus quiser”, disse Lula ao final de seu pronunciamento, indicando que vai “percorrer o país”.

Em seu discurso, o ex-presidente adotou um tom moderado —mais ameno que o de Alckmin—, dizendo que o país precisa de calma. “Nós vamos vencer essa disputa pela democracia distribuindo sorriso, caminho, amor, paz e criando harmonia.”

O ex-presidente fez elogios a Alckmin, falando que o prato lula com chuchu será o “da moda”. Chuchu é um apelido dado ao ex-governador, antigo adversário de Lula. “Somos de partidos diferentes, fomos adversários. Estou feliz por tê-lo na condição de aliado”, disse.

Para Lula, “o grave momento que o país atravessa, um dos mais graves da nossa história, nos obriga a superar eventuais divergências para construirmos juntos uma via alternativa à incompetência e ao autoritarismo que nos governam”. “É preciso unir os divergentes para poder enfrentar os antagônicos.”.

Para Lula, “o grave momento que o país atravessa, um dos mais graves da nossa história, nos obriga a superar eventuais divergências para construirmos juntos uma via alternativa à incompetência e ao autoritarismo que nos governam”. “É preciso unir os divergentes para poder enfrentar os antagônicos.”

Defesa da chapa Com covid-19, Alckmin não esteve presente no local, mas participou do evento por meio de vídeo. Em discurso, ele defendeu sua parceria com Lula, de quem era adversário, citando que o governo atual, de Jair Bolsonaro (PL), é o mais “desastroso e cruel” da história do Brasil. Alckmin disse que será um “parceiro leal” de Lula.

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