19 de abril de 2021

Lucro do JPMorgan fica em US$ 2.14 bilhões no 1º trimestre

O lucro do banco americano JPMorgan Chase ficou em US$ 2.14 bilhões (US$ 0.40 por ação) no primeiro trimestre deste ano, 10% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Mesmo com a queda em relação ao primeiro trimestre de 2008

O lucro do banco americano JPMorgan Chase ficou em US$ 2.14 bilhões (US$ 0.40 por ação) no primeiro trimestre deste ano, 10% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Mesmo com a queda em relação ao primeiro trimestre de 2008, o resultado superou as previsões dos analistas, de ganho de US$ 0.32 por ação. Os dados foram divulgados na quinta-feira.
A receita do banco, por sua vez, bateu recorde e chegou a US$ 26.9 bilhões. O banco, no entanto, vem registrando aumento da inadimplência em seus empréstimos. Segundo a instituição, os custos de crédito chegaram a US$ 10 bilhões no período.
O JPMorgan, no entanto, vem se beneficiando com o aumento significativo na atividade de refinanciamento de hipotecas e nos depósitos, bem como das baixas taxas de juros, o que barateia os empréstimos para o tomador.
“É razoável esperar aumentos adicionais de reservas de crédito se o ambiente econômico piorar’’, disse o executivo-chefe do banco, Jamie Dimon, em um comunicado. “Estamos confiantes em que mesmo um cenário econômico altamente adverso não comprometeria nossa força e estabilidade’’.

Construção de casas cai

O Estados Unidos registraram queda de 10,8% em março, na construção de casas, para uma taxa anualizada de 510 mil unidades, após o crescimento de 17,2% em fevereiro que surpreendeu analistas. Trata-se do segundo pior resultado desde o início dos registros, em janeiro de 1959 -o pior foi o de janeiro, 488 mil unidades. Os dados foram divulgados pelo Departamento do Comércio. O número de alvarás de construção -visto como indicador da atividade no setor de construção nos próximos meses- caiu 9% (taxa anualizada) em março, para 513 mil unidades. A expectativa dos analistas era de 550 mil unidades.
Na quinta-feira o FED (Federal Reserve, o BC dos EUA) informou, no “Livro Bege’’ (documento com dados econômicos coletados nas 12 divisões regionais do banco), que os mercados imobiliários se mantiveram em ritmo fraco, mas alguns distritos já apontam sinais de estabilização, devido fatores como descontos em impostos para compradores, baixas taxas de hipoteca e preços mais acessíveis.
Os distritos de Richmond, Atlanta, Minneapolis, Kansas City e San Francisco destacaram sinais de ligeira melhora nas vendas em algumas áreas.
A atividade de construção de imóveis residenciais teve novo recuo, devido a estoques elevados de casas à venda, mas em alguns distritos, como Atlanta e Kansas City, os estoques tiveram ligeira redução.

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