Liberman quer mais atenção à saúde da população do Estado

O deputado Liberman Moreno (PHS) aproveitou as manchetes dos jornais a respeito do sufoco que a população está passando para marcar uma consulta no PAM Codajás, para pedir mais atenção do Governo do Estado para com a saúde da população.

O deputado Liberman Moreno (PHS) aproveitou as manchetes dos jornais a respeito do sufoco que a população está passando para marcar uma consulta no PAM Codajás, para pedir mais atenção do Governo do Estado para com a saúde da população. Segundo ele, o Amazonas é o que mais gasta com saúde e o que se vê ainda é o tumulto gerado pela população na marcação de exames.
O parlamentar fez um apelo aos líderes do Governo, no sentido de que propiciem um atendimento mais humano aos necessitados. “Estão mandando pessoal necessitado que vai marcar exame para clínicas que não têm convênio com o governo. O que será que está acontecendo?”, questionou Liberman, emendando: “O governo perdeu a força, não quer mais atender o povo”.
O deputado também ressaltou o fato de que as cirurgias nos hospitais estão sendo marcadas para daqui a dois a três meses após a busca de socorro. “Não é discurso de oposição, não. Nós não podemos ficar calados. Tem gente morrendo na lista de espera”, argumentou.
“O Governo tem que ter sensibilidade e o Sinésio (deputado Sinésio Campos, líder do Governo) que é um grande defensor das classes mais necessitadas pode ajudar”, apelou Liberman, destacando a manchete da página de um jornal local, que mostrou o tumulto provocado por mais de 3,5 mil pessoas em busca de exames, na Clínica Codajás (PAM da Codajás), na Cachoeirinha.
Liberman também criticou a suposta centralização de poder nas mãos do governador Eduardo Braga. “A centralização da autoridade deste governo é absurda. Tudo, qualquer bobagem, por menor que seja, depende do governador. É preciso deixar o secretario de Saúde (Agnaldo Costa) agir nesses casos de calamidade publica”, afirmou.
Para os situacionistas que dizem que na época do Amazonino (ex-governador Amazonino Mendes e agora candidato a prefeito) era tudo igual, Liberman rebate: “naquela época o orçamento era R$ 2 bilhões e hoje é R$ 8 bilhões”.
Antes de encerrar o seu discurso, o parlamentar também questionou, do líder do Governo, deputado Sinésio Campos (PT), sobre o por quê do fechamento, até hoje, do hospital de Maués.

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