3 de dezembro de 2021

Possível e provavelmente muito irão discordar deste artigo. Que bom! Discordar sem sofrer retaliação violenta é um dos pilares da Democracia e da Liberdade. Atualmente muito se fala sobre este tema: liberdade de expressão! Consta na nossa Constituição, mas concordo que seja amplo, geral e irrestrito este sagrado direito. Mas, também concordo que haja limites. Paradoxal? Sim. E daí? Se você fala o que pensa sobre o fulano, ou o cicrano, ou sobre a autoridade a, b ou c, na sua casa, durante um churrasco com amigos, tudo bem. Ninguém irá te incomodar. Ali, no seu castelo, na sua casa, você é livre. Nós somos livres.

Mas, se você escrever um artigo em um periódico criticando ofensiva e violentamente, com ameaça de morte à autoridade e à família, aí você exagerou. Ou seja, se publicar a tua raiva ou a tua inveja ou a tua mera discordância, você estará, de fato, oferecendo a oportunidade de defesa da parte ofendida. Então, nesse caso, responda pelos seu atos. Se tem coragem de ofender, tem que ter coragem de suportar. Atualmente, existem meios de expressão que não existiam na minha juventude: as tais mídias sociais.

Eu não participo de Instagram, Facebook e nada disso. Só e somente só WhatsApp. E isso devido à interação com os meus alunos. Por falar em aluno, meus discentes me tratam com um “velho e excelente professor que não se manifesta politicamente”. Nada mais elogioso para mim. Os jovens adoram “tacar lenha na fogueira”. Mas, não funciona comigo. Aos 63 anos, sem ter sofrido lavagem cerebral, estou vacinado contra instigações político-partidárias.

Por falar em vacina, minha esposa pegou COVID em maio do ano passado. Foi tratada com Ivermectina  e Cloroquina. Foi curada, de acordo com os oito testes realizados posteriormente, e, nesse ano de 2021, ela tomou as duas doses de vacina da Pfizer. Eu não segui recomendação médica de mantê-la isolada. Fiquei ao lado dela, vida normal, o tempo todo. Fiz, também, os oito testes com ela. Não peguei o COVID. E não tomei as vacinas. Hoje, leio e escuto muitas pessoas criticarem os remédios a e b. Alguns dizem que a Ciência proíbe isso e aquilo. Mas, esses críticos não pagam as minhas contas. Portanto, não os levo em consideração. Ah, mas e as decisões de membros do STF? Calma, eu não entendo bulhufas de julgar a e b.

Não tenho a menor noção do exercício da Advocacia. Não é a minha praia. Não opino, nem concordo e nem discordo. Mas, sempre tomo muito cuidado em acreditar em tudo que os noticiários divulgam. Isso tudo é um direito meu e está no contexto da minha liberdade de opinião. E o político a e o político b? Inocente, culpado, honesto, ladrão? Eu escolho e decido, no voto. E pronto. Não vou brigar com ninguém que pense diferente de mim. Eu pago para ter paz. E paz é algo caro, muito caro. Mas vale a pena. Enfim, este artigo foi produzido na esfera da minha liberdade de expressão. Pode não ser perfeita, como você gostaria que fosse no Brasil. Mas, pense, em quantas pessoas neste planeta, em alguns países, não possuem nem mesmo este direito de pensar? Vou abrir uma cerveja!

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