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Jovens já dominam empreendimentos no mercado

Agora é a vez dos jovens na economia. Eles se consolidam como grandes empreendedores no mercado. A exemplo de outros Estados do País, no Amazonas essa realidade está cada vez mais presente.

São negócios que focam nos mais diversos segmentos das atividades econômicas, desde cabeleireiros, salões de beleza, barbearias, áreas tecnológicas, profissionais de saúde, promoções de eventos, entre outros serviços oferecidos a uma sociedade altamente consumista, como a de hoje.

As startups ocuparam o seu lugar em empreendimentos inovadores. Atuam em áreas bastante estratégicas, abrindo novas oportunidades para atrair investimentos. Uma breve invenção pode encontrar tanta receptividade junto à população consumidora, permitindo ascensão nos mercados financeiros, na indústria, no comércio, além de setores essenciais à economia.

“São as novidades que alimentam o mercado consumidor. Aliás, uma prática capitalista que angaria lucro, permitindo a movimentação da economia, com toda essa efervescência de consumo existente hoje”, avalia o consultor econômico Elídio Galva, mantenedor de uma entidade em Manaus que orienta pessoas que apostam na atividade empresarial como muito oportuna para “enriquecer em pouco tempo”, ressalta ele.

Aliás, essa é a máxima do capitalismo que se reinventa frequentemente, investindo constantemente no desenvolvimento de novos produtos para um consumidor hoje extremamente exigente, minucioso, e deveras detalhistas. E que só compra o que, realmente, atende positivamente às suas expectativas.

Essa disputa acirrada é que motiva a reinvenção das linhas de produção de fábricas. No topo dos empreendimentos da indústria, estão geralmente estratos da juventude que têm uma só meta – alcançar lucros, mostrar competência, habilidade, fortalecer finanças e muito sucesso.

Riscos

Porém, nem todos conseguem galgar tanta prosperidade na vida empresarial. Ser empresário exige talento, acompanhar constantemente as transformações no mercado consumidor, descobrindo janelas de oportunidades, e apostar alto, muitas vezes correndo riscos que podem acabar com um negócio num piscar de olhos.

“Só se faz dinheiro com dinheiro. Se não arriscar, não adianta insistir. O empreendimento fica empacado, sem oferecer a menor perspectiva para expandir”, diz o médico veterinário Saulo Albuquerque, que explora um estabelecimento misto na categoria – atendimento clínico e cirúrgico, banhos e tosas, remédios e outros produtos para pets. “A diversificação é que alavanca uma atividade”, acrescenta ele.

Novas ferramentas tecnológicas abrem espaços para a realização de grandes negócios, tanto de forma física como por meios remotos. A internet abriu um leque de opções que dão oportunidade para gerar atividades muito lucrativas, sem a necessidade de o trabalhador sair de casa, ao contrário de uma realidade até pouco existente no País.

Hoje, um simples toque na tela de um computador ou celular abre amplas possibilidades para avançar na vida empresarial. São tantas opções que permitem aos interessados escolher os ramos de atuação ao seu bel prazer.   

Na realidade, a juventude está frequentemente antenada nas tendências do cenário econômico mundial. Hoje, cada vez mais jovens ocupam as páginas da revista Forbes que apontam o surgimento de novos milionários.

A paraense Lídia Mota, 42 anos, conta que sempre buscou desde nova a independência financeira. Já aos 18, começou a empreender. Passou por diversas atividades. E, agora, dedica-se a promover eventos de beleza e de gastronomia em Manaus.

“Sempre fui irrequieta, buscando a melhor oportunidade no mercado, algo que até hoje mantenho como uma forma para avançar na vida empresarial”, conta ela. “Sinceramente, acho que me considero uma empreendedora de sucesso”, diz.

Em Manaus, Lídia promove a Rota dos Chefs

Em Manaus, Lídia promove a Rota dos Chefs, evento gastronômico que traz grandes personalidades da classe para o Estado. “O público tem oportunidades para experimentar uma culinária extremamente diversificada, desde a cozinha regional, passando pelos pratos italianos, franceses, enfim os mais diversos cardápios, regados a muita música ao vivo”, acrescenta ele.

Amazonense de coração, como faz questão de ressaltar, Lídia avalia que as gastronomias do Amazonas e do Pará possuem semelhanças, mas diferem em muitos pratos peculiares de cada região.

“Por aqui temos o açaí, o tambaqui, a caldeirada regional, tacacá. E, por lá, além de reunir tudo isso, a maniçoba é exclusivamente paraense, entre outras iguarias muito apreciadas”, diz ela.

A maniçoba é preparada por mandioca brava, que passa até sete dias fervendo para evaporar a substância tóxica, extremamente letal para quem consome. “Ao contrário do amazonense, o paraense é muito bairrista, preferindo sempre manter suas tradições culturais”, avalia Lídia.

Marcelo Peres

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