Jornal do Commercio e Maskate unem forças para alcançar novos públicos

A partir desta sexta-feira, 30, os assinantes do Jornal do Commercio passam a incrementar as informações de economia, política, negócios e serviços com o tablóide mais popular de Manaus, o “Maskate”. A partir de uma estratégia para atuação no mercado editorial, os empresários Guilherme Aluízio Silva e Miguel Jorge Mourão anunciaram parceria que agregou em um só pacote dois periódicos destinados aos assinantes do Jornal do Commercio.
O objetivo inicial, segundo os empresários, é união de forças para alcançar novos segmentos de público. Com isso, Jornal do Commercio/Maskate passarão a concorrer em pé de igualdade com os três outros maiores veículos que já possuem essa linha de atuação. No entendimento de Guilherme Aluízio, o mercado local exige atualmente uma redução do abismo entre a informação e o poder de compra do leitor, que impôs uma censura econômica e privou as classes populares (C, D e E) das notícias. O empresário falou que o Jornal do Commercio se ressentia há algum tempo de um mecanismo que aproximasse as camadas populares da linha editorial assumida pelo jornal. “Agora, vamos oferecer para os leitores do Jornal do Commercio e Maskate notícias mais diversificadas todos os dias, com o mesmo preço de capa. Ou seja, ao comprar o Jornal do Commercio, o público poderá ler também o Maskate sem precisar desembolsar valor a mais do atual pago pela assinatura”, explicou.
O público amazonense gosta e acha importante ler jornal, o problema para a maioria da população está no preço. Pelo menos essa é a análise do empresário Miguel Mourão, que ressaltou a produção de jornais como um segmento industrial caro, por conta do alto custo do papel, sua principal matéria-prima. “É evidente que há outras discussões aí. Um jornal popular não precisa ser de baixa qualidade. Ele deve ser, sim, descomplicado e objetivo, com tratamento diferenciado e não preconceituoso”, considerou.
Mourão lembrou que a atual tendência de mercado é a redução do tamanho dos periódicos para se adaptar às novas características do cotidiano profissional e ao tempo cada vez mais exíguo do manauense. “A tendência é principalmente uma questão de redução de custos. O formato de tablóide exige uma condensação de notícias, reduzindo gastos com papel e tinta”, concluiu Guilherme Aluízio.

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