Na manhã desta terça-feira (20), dia marcado pelo 52º aniversário do pouso da missão Apollo 11 na Lua, Jeff Bezos, fundador da Blue Origin, inaugurou o turismo espacial de sua empresa. O bilionário, acompanhado por seu irmão Mark Bezos, a aviadora Wally Funk e o jovem Oliver Daemen, realizou o primeiro voo comercial totalmente tripulado do sistema New Shepard, que faz voos suborbitais.

O veículo, cujo nome homenageia Alan Shepard, o primeiro norte-americano a ir ao espaço, é um sistema reutilizável composto por uma cápsula e um foguete, criado especialmente para levar pessoas e cargas úteis ao espaço. Até então, já foram feitos 15 voos suborbitais de testes, sendo que hoje foi a primeira vez que uma tripulação voou ao espaço a bordo do foguete. Assim, às 9h17, no horário de Brasília, um carro foi ao centro de treinamento para buscar os astronautas e levá-los à base de lançamentos.

Eles chegaram ao local após cerca de 10 minutos e, liderados por Wally Funk, subiram pela torre de lançamentos às 9h26. Dez minutos depois, os irmãos Bezos, Funk e Daemen avançaram para entrar na cápsula do sistema. 

O foguete decolou às 10h12, no horário de Brasília. Após ser acelerado até alcançar a velocidade de 3.700 km/h, a cápsula foi liberada acima da Linha de Kárman aos três minutos de voo. Trata-se da fronteira imaginária que determina o limite entre a Terra e o espaço, a 100 km de altitude, e foi neste momento que os astronautas deixaram seus assentos e experimentaram quatro minutos de sensação de ausência de peso.

Já aos sete minutos de voo, o foguete voltou para um pouso suave no solo, sendo seguido da cápsula, que foi desacelerada por paraquedas. O voo foi finalizado por volta das 10h20 com um pouso seguro, enquanto os astronautas comemoravam a experiência e o sucesso da empreitada. Eles deixaram a cápsula cerca de dez minutos depois, enquanto familiares e membros da empresa os aguardavam.

Suíça produz primeiro chocolate artificial do mundo, cultivado em laboratório

Foto: Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Ciências Aplicadas de Zurique (ZHAW), na Suíça, desenvolveram uma técnica capaz de produzir chocolate em laboratório. Essa é a primeira vez que os cientistas conseguem recriar o desejado doce de forma correta dessa maneira.

A equipe é liderada pela professora Regine Eibl, que chefia a divisão de cultura de células no ZHAW. Eibl trabalha com Tilo Hühn, um conhecido cientista alimentar no mundo do chocolate e do vinho, que teve a ideia de tentar extrair culturas de células de grãos de cacau para produzir polifenóis, um composto saudável para o coração abundante em chocolate amargo.

É claro que uma invenção como essa só poderia vir da terra do chocolate, afinal os suíços são famosos por seus incomparáveis produtos. 

O chocolate de laboratório é feito a partir do fruto do cacau. É realizada a extração da semente da planta, a qual é repartida em quatro pedaços. Cada segmento desse é incubado em um ambiente completamente escuro, em temperatura de 29°C, desenvolvido pelos cientistas para essa finalidade.

Primeira passarela metálica do mundo impressa em 3D 

Equipamento futurístico é inaugurado na Holanda – Foto: Divulgação

Uma passarela completamente fabricada com impressoras 3D foi inaugurada na cidade de Amsterdã, Holanda. A ponte de 12 metros de comprimento foi instalada sobre o canal Oudezijds Achterburgwal no Red Light District, região central da metrópole, onde os pesquisadores do Imperial College London, da Inglaterra, vão analisar o desempenho da nova estrutura.

Usando uma rede de sensores, eles querem monitorar como a ponte se comporta com o intenso tráfego de pedestres em tempo real. A ideia é medir o desgaste, dilatações e variações estruturais ao longo da vida útil da passarela, permitindo um estudo completo sobre a viabilidade de construção de outras obras de infraestrutura impressas em 3D.

“Uma estrutura de metal impressa em 3D grande e forte o suficiente para lidar com o tráfego de pedestres nunca foi construída antes. Nós testamos e simulamos a estrutura e seus componentes em todo o processo de impressão e após a sua conclusão, e é fantástico vê-la finalmente aberta ao público”, comemora o professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Leroy Gardner.

Foto/Destaque: Divulgação

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