Iranduba mostra DNA da ponte do rio Negro

A comunidade de Iranduba, representada pelo conselho de cidadãos daquele município, está distribuindo uma carta aberta endereçada ao governador Eduardo Braga, na qual demons­tra gratidão pelo fato de o projeto de construção da ponte sobre o rio Negro, que irá ligar Ma­naus àquela localidade e aposentar as balsas (foto), ter obtido a aceitação e o compromisso de construí-la pela atual administração estadual.
Ao mesmo em que os irandubenses tornam público seus agradecimentos ao governador do Estado, aproveitam para contar a saga do que foram as ações para fazer o projeto de construção da ponte decolar. As iniciativas, todas com re­gistro em cartório, nasceram em 8/11/2002 e de lá até a aprovação do projeto, o conselho de cidadãos do Iranduba, coordenado pelo seu presidente, Antonio Afonso Maia, realizou oito audiências públicas. Na oitava, já com a presença da Seinf (Secretaria de Estado de Infra-Estrutura) foram expostos os detalhes técnicos do projeto da ponte.
A homenagem que os cidadãos do Iranduba prestam ao governador Eduardo Braga serve também para mostrar o DNA da obra, o qual, ao contário do que querem alguns políticos, não veio ao mundo pelas mãos de nenhum parla­mentar, nasceu da organização e do trabalho dos cidadãos irandubenses que não esmoreceram na perseguição de seu sonho.

Videolar – A empresa está à procura de um terreno medindo 200 metros por 100 metros na área do Distrito Industrial. O imóvel é para abrigar a sua planta industrial de BOPP (polipropileno biorientado). A empresa dispõe de US$ 40 milhões para instalar a sua terceira unidade em Manaus, onde já produz poliestireno, CD, DVD e CD-R . As negociações das novas linhas de produção estão praticamente fechadas. A tecnologia das máquinas deverá ser alemã ou francesa. A questão é de preço. O BOPP é um filme utilizado para embalar alimentos, cosméticos entre outros produtos.

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Videolar 2 – Com a instalação da nova unidade de polipropileno, a Video­lar pretende literalmente colocar os seus “ovos em várias cestas”. É uma grande “tacada” empresarial. No ano passado, a empresa, depois de 20 anos, amargou uma queda de R$ 200 milhões em seu faturamento. A produção de CD, DVD e CD-R caiu 40% em relação a 2006. O outro produto que a empresa industrializa em Manaus, o poliestireno obteve alta de 30%, mas a sua participação é pe­quena com relação aos resultados da companhia.

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Chuva – Segundo o diretor executivo do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas) Ronaldo Mota, o grande problema para conclusão das obras emergenciais nas vias do DI (Distrito Industrial) tem sido a chuva. As obras já foram autorizadas, as máquinas estão traba­lhando e dentro do prazo estipulado de três meses deverão ser concluídas. Na sequência vêm as obras definitivas nas vias.

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Buracos – Se o Distrito Industrial fosse um município e levando-se em consi­deração as condições das suas vias, o presidente do Cieam, Maurício Loureiro, e a superintendente da Su­frama (Superintendência da Zona Franca de Ma­naus), Flávia Grosso, teriam dificuldades para se eleger este ano. A avenida Buriti é “hoje” uma via de grande perigo. Em dias chuvosos, como ontem, é uma “pista” escorregadia e esburacada, onde o mais difícil é saber onde está o asfalto.
Buracos 2- O ma­quinário para fazer os reparos da avenida Buriti encontram-se no local , mas pouco se fez até agora. A avenida nada lembra o pólo industrial pujante que ano passado faturou US$ 25.6 bilhões e cujo volume de mão-de-obra ocupada direta e indiretamente chegou a 500 mil pessoas. Outras vias em si­tuação lastimável são avenida Guaruba, “bola” da Gillette e rua Abiurana próximo à rua Mogno.

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Integração – Apesar do que diz o presidente do IMTU (Instituto Municipal de Transportes Urbanos), usuários de ônibus conti­nuam a

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