Ipaam entrega caminhões coletores de resíduos ao interior

O presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Antonio Ademir Stroski, presente ao evento, comemorou a entrega dos caminhões coletores de resíduos às oito prefeituras amazonenses.
Para Stroski, “a entrega dos caminhões coletores aos municípios vão permitir uma coleta de qualidade por parte das prefeituras e uma conduta-cidadã por parte dos moradores”.
O presidente do Ipaam disse que é positivo os municípios receberem equipamentos adequados para coleta de lixo, mas também é preciso ter áreas adequadas para a destinação final dos resíduos.
“Sobre áreas de destinação final, Stroski revelou que 28 a 30 municípios do Estado já têm a indicação de área com uma possível aptidão para aterro sanitário e vão fazer os estudos técnicos, estudo de solo e topografia das áreas possíveis”.
Ele lembra que a Política Nacional de Resíduos (lei 12.305/10) provocou uma corrida contra o tempo ao fixar em 2 de agosto de 2014 o prazo final para que todos os municípios brasileiros não tenham mais locais inadequados de destinação final de resíduos e sim locais adequados, ou seja, locais que tenham licença ambiental.
O presidente do Ipaam destaca o avanço dos municípios amazonenses quanto aos planos de gestão integrada de resíduos sólidos, pois apenas dois municípios amazonenses não conseguiram entregar na data certa (2 de agosto de 2012).
Os municípios que já possuem os Planos, “precisam superar duas etapas importantes que são a erradicação dos lixões e a elaboração do projeto técnico dos aterros sanitários”, explicou Stroski.
Segundo o presidente do órgão licenciador, os planos de gestão integrada de resíduos sólidos estabeleceram as diretrizes que servem como uma orientação aos administradores, mas a etapa do projeto executivo é a que vai materializar a construção dos aterros sanitários.
Antonio Stroski reconhece as dificuldades dos municípios para cumprir o prazo estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, mas recomenda às prefeituras aproveitarem este verão para o início das obras. “É verdade que há alguma dificuldade de recursos, entretanto, aterros de pequeno porte podem ser mais facilmente viabilizados e o Ipaam está prestando orientações nesse sentido. Para tudo há uma solução”, concluiu

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