IOB desenvolve uma solução para conferência da NF-e

Após 18 meses de estudos, pesquisas e desenvolvimento e R$ 4 milhões em investimentos, a IOB, que atua no mercado de informações empresariais nas áreas jurídica e tributária, acaba de desenvolver uma solução que permite validar todas as informações da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) após a geração do arquivo, antes do envio às secretarias de Fazenda.
O IOB Prímeo é uma solução focada em um processo de análise dos documentos fiscais que avalia tanto os aspectos de lay-out quanto o conteúdo das notas antes da emissão definitiva. Dessa forma, é possível gerenciar os riscos da exposição tributária. “Foram meses de estudo até chegarmos ao modelo adequado para a solução. Buscamos uma plataforma tecnológica de alta performance, com velocidade de processamento acima dos padrões, e a integramos à nossa inteligência fiscal. Certamente a ferramenta trará ganhos em termos de economia e produtividade”, declarou o diretor da empresa, Cláudio Della Nina.

Mudanças no mercado

A solução IOB Prímeo chega ao mercado em um momento oportuno. A partir de setembro deste ano, mais 54 segmentos passarão a fazer parte em âmbito nacional do conjunto de setores sujeitos à obrigatoriedade de emissão da NF-e. As mudanças que decorrem da implementação do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital), cuja nota fiscal eletrônica é um dos pilares, tem gerado uma grande corrida contra o tempo para que as empresas adaptem seus processos às novas exigências legais.
A informatização do sistema promoverá uma atuação integrada da Receita Federal e das secretarias da Fazenda dos Estados e municípios, tornando mais eficiente a identificação de erros ou fraudes dos contribuintes. A pesquisa realizada pela IOB, que contou com mais de 200 companhias de diferentes portes e segmentos, mostra que apenas metade delas possuem alta ou plena confiança na qualidade das informações fiscais de suas NF-es.
“A emissão no modelo antigo exigia o preenchimento de 50 campos e já era um processo bastante suscetível a erros. Com a nota fiscal eletrônica, são mais de 400 campos para o preenchimento, com uma fiscalização muito mais rigorosa. Eventuais erros cometidos nesse processo podem gerar multas às empresas”, disse.
Com base nas operações da NF-e, a solução valida o preenchimento dos campos nos registros, afere as regras tributárias aplicáveis, bem como a formação das bases de cálculo e tratamentos diferenciados, apontando inconsistências de conteúdo relacionadas aos aspectos fiscais do documento, como CST (Código da Situação Tributária), NCM (Classificação Fiscal), PIS-Cofins, alíquotas de IPI, II e ICMS, inclusive com ST (Substituição Tributária).

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