17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Investimento estrangeiro perde ritmo

Até abril de 2010, o volume de aportes estrangeiros no PIM (Polo Industrial de Manaus), por meio de projetos aprovados pelo Codam (Conselho de Desenvolvimento o Estado do Amazonas), foi de R$ 159 milhões, segundo dados da Seplan

Até abril de 2010, o volume de aportes estrangeiros no PIM (Polo Industrial de Manaus), por meio de projetos aprovados pelo Codam (Conselho de Desenvolvimento o Estado do Amazonas), foi de R$ 159 milhões, segundo dados da Seplan (Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento do Amazonas). A cifra é 18% inferior ao total registrado no mesmo período de 2009, quando os aportes de outros países chegaram a R$ 194 milhões. Já em 2008, os investimentos foram 111% maiores, ultrapassaram R$ 337 milhões.
Para efeito de comparação, os investimentos de outros países no PIM durante o ano passado corresponderam a 55,55% do total injetado pela indústria no mesmo período, segundo a secretaria. Foram mais de US$ 5 bilhões de capital estrangeiro dos US$ 9 bilhões aplicados nas empresas do pólo, em 2009.
Para o secretário do Estado de Planejamento, Marcelo Lima Filho, a diminuição no volume de investimentos e número de projetos estrangeiros avaliados e aprovados pelo Codam, até a 226ª reunião, não refletem necessariamente uma tendência para o ano. “A segunda reunião do Codam é sempre a mais fraca do ano, com a maioria dos projetos sendo de diversificação e ampliação, mas nossa expectativa é de recebermos durante o ano vários projetos interessantes de instalação no PIM, ainda temos bastante tempo para isso”, afirmou o secretário.

Eletros e motocicletas

Dados fornecidos pela Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) informam que o Japão tem 47,54% de participação nos investimentos estrangeiros injetados em 37 empresas ativas do Polo Industrial de Manaus. Os Estados Unidos, em logo em seguida, com 14,43% de participação em 42 empresas. Paises Baixos estão em terceiro lugar do ranking de capital internacional injetado no polo, com 10,11% de participação nos investimentos de dez empresas ativas.
Entre as principais empresas japonesas, segundo os dados fornecidos pela autarquia federal, despontam fábricas de eletroletrônicos e de duas rodas, como Fuji do Brasil, Moto Honda, Pioneer, Panasonic e Nippon Seiki. A maior parte das empresas americanas do PIM está no setor de eletroeletrônicos e termoplásticos como Procomp e Crown Embalagens. Já as principais empresas do Reino Unido e dos Países Baixos são do polo eletroeletrônico como Jabil do Brasil e Siemens Home and Office equips, respectivamente.

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