Inteligência emocional pode ­diminuir conflitos, diz gestora

Como estratégia para alcançar êxito profissional, especialistas da área de gestão de pessoas aconselham aplicar a inteligência emocional no ambiente de trabalho

Como estratégia para alcançar êxito profissional, especialistas da área de gestão de pessoas aconselham aplicar a inteligência emocional no ambiente de trabalho. Saber se controlar, agir com paciência em situações difíceis e, principalmente tomar cuidado para que a promoção de um cargo não altere a personalidade são algumas das características de quem faz uso desta virtude.
De acordo com a diretora de educação, treinamento e relacionamento institucional da ABRH/AM (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Sônia Grasseschi, a inteligência emocional pode trazer satisfação pessoal no trabalho através de oportunidades em que os profissionais possam conhecer melhor a si mesmos. “Com a inteligência emocional desenvolvida, é possível administrar corretamente as emoções, buscando equilíbrio, habilidades técnicas no trabalho. E, além disso, os profissionais precisam proporcionar ao ambiente de trabalho um bom relacionamento interpessoal”, comentou.

Ambiente hostil

A diretora ainda contou que para utilizar a faculdade em um ambiente de trabalho desanimador e com excessiva fadiga, é necessário saber quais os aspectos que mais causam a desmotivação. “Quanto mais se conhece quais os aspectos que desmotivam o profissional, mais rápido se aprende a lidar com situações que possam gerar ­desconfortos e constrangimentos”, enfatizou.
A inteligência emocional ainda serve, conforme a diretora, como estratégia para competir de maneira sábia e amigável, o que pode garantir equilíbrio no ambiente de trabalho. Segundo Sônia, esse recurso é de fundamental importância para o relacionamento cotidiano na empresa, especialmente naquela em que o clima é considerado hostil seja por motivo passageiro ou por lideranças descomprometidas com a qualidade de vida dos colaboradores na qual também se inclui a satisfação pessoal. A diretora reforçou a tese dizendo que o controle das emoções pode impactar diretamente no bom desempenho das atividades do profissional.
De acordo com a gestora, o autocontrole da inteligência emocional no trabalho é uma das exigências do mercado atual. “Hoje percebemos que os profissionais contratados por habilidades técnicas podem ter bons relacionamentos com seus líderes. A inteligência emocional bem desenvolvida também estimula a equipe de uma maneira geral”, salientou.
A diretora ainda completou ao dizer que o autoconhecimento também é capaz de ajudar o profissional a descobrir posturas e escolhas que resultem em satisfação não somente no campo de trabalho, mas, também, na vida pessoal.

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