Inpa e UEA fecham série de defesas de tese de mestrado sobre clima e ambiente

O Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e a UEA (Universidade do Estado do Amazonas) fecharam a primeira série de defesas de teses de estudantes de mestrado do Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Clima e Ambiente, criado em 2007 entre as duas instituições.
Na quarta-feira, 28, no auditório da Escola Superior de Tecnologia da UEA, a pesquisadora Andréa Araújo Arana defendeu a tese do trabalho intitulado “Comparação da composição elementar dos aerossóis na Amazônia em diferentes localidades”.
Um dia antes, o Inpa recebeu o estudante parintinense Cledenilson Mendonça de Souza, que defendeu a tese “Relações de similaridade associadas ao campo de velocidade do vento acima e dentro do dossel da floresta amazônica sob a influência de instabilidade do ponto de inflexão”. Esta foi seguida, na tarde do mesmo dia, pela defesa da pesquisa “Previsão e Monitoramento do Evento Extremo de Cheia de 2009”, de autoria de Roseilson Souza do Vale.

“Momento histórico”

Na avaliação do coordenador-executivo do Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia, Antônio Ocimar Manzi, a titulação dos primeiros estudantes do Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Clima e Ambiente representa um marco histórico tanto para o Inpa quanto para a UEA, após os dois anos da associação institucional.
“Trata-se de um momento histórico importante para ambas instituições, porque estamos dando um passo concreto na formação de cientistas preparados para atuar em pesquisas na região amazônica”, ressaltou Manzi. O coordenador executivo do programa lembra ainda que a segunda série de defesas de testes em nível de pós-graduação deve acontecer no mês de dezembro.
Além das três titulações inéditas de mestrado realizadas esta semana, o programa firmado entre Inpa e UEA formou também seu primeiro doutor, o pesquisador Júlio Tota, que na segunda-feira, 26, no Inpa, defendeu a tese de que são questionáveis os atuais parâmetros de monitoramento adotados pela comunidade científica internacional no que diz respeito à emissão e sequestro de carbono por parte da região amazônica.

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