Inpa e Suframa se unem para impulsionar desenvolvimento

O Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) iniciaram um programa para impulsionar a economia verde na região. Uma das novidades é a junção das diretrizes do PBM (Plano Brasil Maior) com as da Encti (Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação) para nortear o desenvolvimento da Amazônia.
Caberá ao Inpa fazer um mapeamento de toda a cadeia produtiva de nove áreas temáticas para a Amazônia. “Vamos mapear desde o processo agronômico até a entrega do insumo na porta da indústria para ela produzir. Dessa forma podemos identificar qual é tipo de tecnologia que falta”, explicou o coordenador do projeto pelo Inpa, José Alberto Machado.
Esses setores estratégicos, segundo o Inpa, associados podem gerar insumos para a produção de diversos segmentos. “Às vezes você tem uma tecnologia pronta, mas não tem escala na produção”, afirma Machado.
Paralelo ao trabalho do instituto de pesquisa, a Suframa irá procurar investidores para desenvolver produtos com materiais regionais. “A Suframa tem enfrentado dificuldade em criar um segmento industrial baseado em recursos naturais”, avalia o coordenador do projeto pelo Inpa. “Essa iniciativa vai garantir à indústria, num determinado prazo, insumos para produção em grande escala, com qualidade e regularidade.”
As entidades envolvidas estão confiantes no sucesso do Programa de CT&I para Desenvolvimento de Bases Produtivas Sustentáveis para Economia Verde na Amazônia. Esse programa, de acordo com o Inpa, é o primeiro da região baseado em políticas federais.
“Até então, o que tínhamos para a região eram programas excepcionais que acabaram sendo levados a reboque com as mudanças em nível nacional.”, lamentou José Alberto Machado. Outro ponto destacado pelo coordenador do programa pelo Inpa é a aproximação entre academia e a indústria.
De um lado o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, uma instituição de pesquisa básica, se volta pela primeira vez para a finalidade produtiva. Do outro lado está o setor produtivo, representado pela Suframa, buscando fundamentos científicos para dinâmicas produtivas na Amazônia.

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