Inovação é grande meta da indústria

A demanda por serviços especializados e por novas tecnologias em microeletrônica no PIM (Polo Industrial de Manaus) foi discutida nesta semana em workshop promovido pela Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas). Na ocasião, mais de 50 empresas que utilizam microprocessadores e processos de automação industrial participaram do debate.
O objetivo é alinhar o plano de negócios do Instituto Senai de Inovação em Microeletrônica que deve entrar em construção ainda este ano. Segundo dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o potencial do setor de eletroeletrônico do PIM e dos demais segmentos industriais que utilizam em seus processos produtivos automação e microprocessadores pode ser otimizado.
Para o coordenador de Inovação e Tecnologia do SENAI Amazonas, Marcelo Aguiar, é fundamental a coleta de dados das empresas instaladas no parque industrial local, bem como o levantamento das perspectivas de desenvolvimento tecnológico dessas empresas para os próximos anos. “É importante identificar as necessidades por tecnologia, equipamentos, treinamentos e automação microeletrônica nos processos produtivos do PIM”, destaca. A análise coletada contribuirá com a tomada de decisões e o norteamento da implantação do ISI (Instituto Senai de Inovação).
“Dedicamos um dia para discutir o que fazer e em que deveremos investir na implantação deste projeto aqui no Amazonas, lembrando que são 25 ISIs em construção no país, uma ação da Confederação Nacional da Indústria, coordenada pelo Senai com objetivo de apoiar a competitividade da indústria brasileira”, explica Aguiar.

Investimentos

Neste encontro foram estudadas as prioridades de investimentos na aquisição de máquinas especializadas e tecnologia para que o ISI esteja adequado para prestar serviços técnicos e tecnológicos e promover soluções e inovações à industria amazonense e ao Brasil como um todo.
O projeto total do ISI em Microleletrônica do Senai/AM é de R$ 37 milhões, direcionados em obras, equipamentos, contratações e capacitações. O prédio de 1.500 m² será erguido em área do Clube do Trabalhador, onde a Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) pretende construir um complexo de estudo e pesquisa, abrangendo unidades de educação básica e profissional e o ISI.
O valor a ser financiado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com quatro anos de carência, mais oito anos para quitação.

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