1 de março de 2021

Iniciativa: Fatos e reflexões florestais

Divulgação

No final do ano passado, em um clima de pandemia, resolvemos lançar uma iniciativa denominada Fatos & Reflexões Florestais. Trata-se de um espaço virtual que pudéssemos discutir de forma institucional as grandes oportunidades e desafios associados ao patrimônio florestal e as relações socioambientais no estado do Amazonas e na Amazônia. 

Este evento foi promovido pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM, liderado pelo Departamento de Ciências Florestais – DCF/FCA, e contou com as ilustres participações do Dr. Zenóbio da Gama e Silva da Universidade Federal do Acre – UFAC, o Dr. Humberto Ângelo da Universidade de Brasília – UnB, e o Dr. Anadalvo dos Santos da Universidade Federal do Paraná – UFPR, e teve como apoio o Instituto Piatam, Empresa Júnior de Consultoria Florestal – EMCOF e a Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais – SBEF, tendo como objetivo maior propiciar reflexões a partir de fatos sobre a avaliação e valoração de florestas naturais, como instrumento de conservação.

É bem provável que apenas um pequeno grupo já ouviram sobre o assunto, na verdade  esse tema é muito específico, sobretudo com metodologias quantitativas. Por outro lado, fica evidente essa necessidade quando p.e. se trata de aspectos econômicos do manejo florestal na Amazônia como subsídio a valorização dos recursos florestais, onde “de maneira geral, o manejo deve atender as necessidades de empresas e comunidade locais sem gerar grandes danos à floresta. Assim, no que diz respeito ao planejamento de manejo ainda é preciso aumentar o nível de entendimento coletivo sobre isso, contrapondo a marginalização do mesmo”. 

Nesse sentido, a temática “valoração florestal”, pode ser utilizado em um contexto de determinar a qualidade ou o valor de algo, inclusive não monetário, mas também como estimativa do valor monetário de um bem ou serviço da floresta em relação a outros bem e serviços. Como instrumento econômico de conservação deve-se perceber que a valoração em si consiste em atribuir a floresta, ou seja, a área florestal que está sendo objeto de estudo, com possibilidade de mensurar o valor econômico dessa área. 

Sabemos que o desafio tem sido gerar trabalho e renda por meio de agregação de valor de bens e serviços, aliada à conservação florestal e à melhoria da qualidade de vida das comunidades que vivem em áreas florestais ao redor do mundo, o que caracteriza um tema bastante áspero e que não é facilmente pleno de entendimento do grande público. Como fato e reflexão da iniciativa, destaca-se que a valoração econômica é bem complexa, mas é bastante necessária e é um desafio que nós encontramos hoje para que produtos e serviços provenientes da natureza possam ser melhor apreciados pelo mercado e, dessa forma, melhor utilizados pela sociedade.

Em linhas gerais realizar valoração, seja de florestas ou de qualquer outro recurso, dentro de conceitos e métodos para calcular um valor monetário ou não, é uma abordagem que está crescendo bastante, em particular na Amazônia. 

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