Inflação sobe em seis capitais

Entre os avanços, o mais acentuado foi o registrado em Salvador, que ficou em 0,45% na primeira semana deste mês, contra 0,21% na semana imediatamente anterior (alta de 0,24 ponto percentual). Em seguida vem Belo Horizonte, com inflação de 0,63% (contra 0,44%, 0,19 ponto percentual de diferença).

As menores variações foram registradas em São Paulo, que teve inflação de 0,13% (contra 0,07%, 0,06 ponto percentual de diferença) e Recife, com inflação de 0,45% (contra 0,37%, 0,08 ponto percentual de diferença).

No Rio de Janeiro, a alta foi de 0,61%, um avanço de 0,14 ponto percentual em relação à taxa anterior (0,47%). Em Porto Alegre persistiu a deflação, com o índice ficando em -0,08% -que, no entanto, representa um avanço em relação à taxa anterior, de -0,20%.

Na segunda-feira, a FGV informou que a inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) foi de 0,34% na semana encerrada no último dia 7, contra alta de 0,23% registrada na semana de 30 de setembro. Os preços do grupo Alimentação voltaram a pressionar, sefundo a FGV.

Desaceleração na alta dos preços

A Fundação considera os preços coletados no período de 8 de setembro a 7 de outubro e compara ao intervalo de 8 de agosto a 7 de setembro.

Houve desaceleração na alta dos preços em quatro das sete capitais do país pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas, no período de quatro semanas encerrado no dia 30 de setembro. O IPC-S teve variação de 0,23%, número 0,02 ponto percentual abaixo da apuração anterior.

O IPC-S de Brasília teve variação de 0,17% ante 0,35% da leitura anterior. Em Porto Alegre, o IPC-S registrou deflação de 0,20% ante alta de 0,10% na apuração antecedente. Já em Recife, o índice teve alta de 0,37% ante 0,75% na quadrissemana encerrada no dia 22. E finalmente, em São Paulo, o IPC-S variou de 0,15% para 0,07%.

O índice de preços da FGV acelerou nas capitais: Rio de Janeiro (de 0,39% para 0,47%), Salvador (de 0,01% para 0,21%) e Belo Horizonte (de 0,31% para 0,44%).

Em São Paulo, a desaceleração foi provocada veio do grupo Habitação, com influência principal de tarifa de eletricidade residencial (variação de 0,17% ante 0,80% na leitura anterior), gás de bujão (de 1,77% para 0,64%) e tarifa de telefone residencial (estável ante uma alta de 0,43% na apuração anterior).

No Rio, houve pressão em cinco das sete classes de despesas pesquisadas. A Fundação destaca a pressão exercida nos preços do grupo Vestuário (alta de 1,47% na última leitura ante 1,17%) e Transporte (variação negativa foi de 0,25% ante deflação de 0,47% na coleta de preços anterior).

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