7 de dezembro de 2021

Inflação semanal perde força, mas fica acima

A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) foi de 0,59% na quadrissemana encerrada em 31 de outubro, informou ontem a FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) foi de 0,59% na quadrissemana encerrada em 31 de outubro, informou ontem a FGV (Fundação Getúlio Vargas). A taxa ficou acima do IPC-S de setembro, que subiu 0,46%, mas abaixo do indicador da quadrissemana imediatamente anterior, de até 22 de outubro, quando houve alta de 0,66% nos preços.
Das sete classes de despesas usadas para cálculo do indicador, seis apresentaram decréscimos em suas taxas de variação de preços. Taxas de inflação mais fracas em alimentação (de 1,51% para 1,38%) e em habitação (de 0,29% para 0,20%) foram as principais contribuições para o avanço menos intenso de preços no varejo. Segundo a FGV, em cada uma destas classes de despesa houve quedas e desacelerações de preços em produtos importantes no cálculo da inflação percebida pelo consumidor.

Água e esgoto

Entre os alimentos, a influência para a desaceleração de preços partiu de frutas, cuja deflação se intensificou (de baixa de 0,07% para queda de 1,18% no preços). Já no grupo transportes o destaque foi a taxa de água e esgoto residencial, cujo preço subiu 0,65% até a quadrissemana encerrada em 31 de outubro, ante o aumento mais intenso, de 1,20%, no IPC-S anterior.
As outras quatro classes de despesa que apresentaram desaceleração de preços, na passagem do IPC-S de até 22 de outubro para o indicador de até 31 de outubro, foram vestuário (de 0,60% para 0,58%), saúde e cuidados pessoais (de 0,38% para 0,30%), educação, leitura e recreação (de 0,24% para 0,14%) e despesas diversas (de 0,23% para 0,19%). A única classe de despesa a mostrar aceleração de preços, no mesmo período, foi transportes (de 0,30% para 0,45%).
As elevações mais significativas foram apuradas nos preços de feijão carioquinha (20,28%), batata-inglesa (13,73%) e álcool combustível (7,01%). Já as mais expressivas quedas foram registradas nos preços de mamão papaia (baixa de 15,32%), manga (queda de 21,57%) e banana prata (recuo de 9,89%).

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