28 de junho de 2022
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Índice de vendas sobe 0,72% no comércio

O comércio varejista local teve, em novembro de 2010, crescimento de 1,76 pontos no Índice de Vendas medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na comparação com outubro

O comércio varejista local teve, em novembro de 2010, crescimento de 1,76 pontos no Índice de Vendas medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na comparação com outubro. O que representou uma elevação de 0,72%. No entanto, se levar em conta o segmento varejista ampliado, que inclui o comércio de veículos e materiais de construção, houve redução de quase cinco pontos na escala de vendas. Em outubro, do mesmo ano, o índice estava em 244,32 e no mês seguinte passou para 239,57.
De acordo com o presidente da FCDL AM (Federação da Câmara dos Dirigentes Lojistas), Ezra Azury, o maior volume de vendas foi ocasionado pelo término das eleições e uma maior antecipação nas compras no comércio. “Houve um aquecimento do comércio, principalmente, no final do ano. Muitos começaram a comprar bem antes do Natal”, frisou.
A variação mensal do Índice de Volume de Vendas, com base novembro de 2009, no comércio varejista foi de 9,95%. No ano esta percentagem está em 9,65%. Esta variação ficou abaixo da média nacional – 10,97%.
Já o índice que mede a receita nominal do comércio varejista fechou novembro com um acréscimo de 1,92% em relação a outubro. A variação em comparação com o mesmo período do ano anterior alcançou alta de 15,06%, valor que se manteve acima da média brasileira (14,35%).
Além de Manaus, os resultados nacionais de vendas também foram positivos paras todas as 27 Unidades da Federação pesquisadas pelo IBGE.
No confronto de novembro de 2010 com novembro de 2009, os principais aumentos foram observados em Tocantins (69,8%); Rondônia (28,1%); Paraíba (22,3%); Maranhão (19,4%); e Ceará (17,3%).
Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, destacaram-se, pela ordem, São Paulo (8,3%); Rio de Janeiro (9,8%); Minas Gerais (12,4%); Rio Grande do Sul (13,9%); e Bahia (12,6%).
O saldo, levando em conta o ajuste sazonal para o volume de vendas, de quatro Estados apresentaram queda. Sendo eles: Roraima (-9,3%); Distrito Federal (-3,0%); Rio Grande do Norte (-2,1%); e Maranhão (-2,0%).
Para Manaus, a assessoria do IBGE informou que os setores locais que mais se destacaram em novembro, na comparação com o mês anterior, foram livrarias; cortinas e persianas e informática com eletrônica.
Já aqueles que puxaram o índice para baixo, foram: comércio de peças; pneus e acessórios para veículos; eletrodomésticos e móveis; e comércio de combustíveis. Enquanto a pesquisa do IBGE responsabiliza o segmento automotivo por ter contribuído por um menor volume de vendas na cidade, os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Automotores) apontam crescimento na comercialização dos veículos neste período.
Foram vendidos, em novembro, mais de seis mil veículos ao passo que outubro apenas 5,4 mil. Nacionalmente, o volume de vendas de veículos e motos, partes e peças alavancou 30,4% em novembro de 2010, ante o mesmo mês de 2009, no comércio varejista.

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