Índice de Confiança do Indústria atinge 2º maior nível desde 1995

O ICI (Índice de Confiança da Indústria) registrou elevação de 0,6% entre fevereiro e março, ao passar de 115,8 para 116,5 pontos, considerando-se os dados com ajuste sazonal divulgados ontem pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Após a 14ª alta consecutiva, a taxa atingiu o segundo maior nível da série histórica, iniciada em abril de 1995, atrás apenas de novembro de 2007 (116,9 pontos).
O resultado, de acordo com a FGV, mostra que o mercado interno segue aquecido, influenciando no retorno do índice aos elevados níveis pré-crise.
Em março, o ISA (Índice da Situação Atual) avançou 3,4%, para 117,3 pontos, o maior desde julho de 2008. Já o IE (Índice de Expectativas) recuou 2,2%, para 115,7 pontos.
Dos quesitos que compõem o índice de confiança relacionados ao presente, um dos destaques é a avaliação da demanda. A proporção de empresas que consideram o nível atual como forte cresceu de 21,8% em fevereiro para 23,9% em março, enquanto a parcela das que o avaliam como fraco diminuiu de 9,5% para 6,3%.
Sobre a evolução do ambiente dos negócios nos próximos seis meses, o indicador, mesmo tendo recuado em relação ao mês anterior, é o segundo maior da série. Das 1.165 empresas consultadas, 65,3% esperam melhora da situação no período que vai de março a agosto e apenas 1,6%, piora.
O nível de utilização da capacidade instalada alcançou 84,3% em março, o maior desde outubro de 2008 (85,1%). Na análise por categorias, os indicadores em bens de consumo e em bens intermediários apresentaram avanços, enquanto o setor de bens de capital mostrou estabilidade após sete meses em alta.

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