Índice de atividade industrial dos EUA sobe e supera previsão

O índice de atividade industrial nacional dos gerentes de compras (PMI) do Instituto para Gestão de Oferta dos Estados Unidos subiu para 56,9 em outubro, de 54,4 em setembro, superando também a expectativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de 54,3

O índice de atividade industrial nacional dos gerentes de compras (PMI) do Instituto para Gestão de Oferta dos Estados Unidos subiu para 56,9 em outubro, de 54,4 em setembro, superando também a expectativa dos economistas ouvidos pela Dow Jones de 54,3.
O índice de preços avançou para 71 em outubro, de 70,5 em setembro. O índice de emprego subiu para 57,7 em outubro, de 56,5 em setembro. O índice de novas encomendas foi para 58,9 em outubro, de 51,1 em setembro.
O índice de produção avançou para 62,7 em outubro, de 56,5 em setembro. O índice de estoques caiu para 53,9 em outubro, de 55,6 em setembro.
Enquanto isso, os gastos com construção nos EUA aumentaram inesperadamente em setembro, pela primeira vez em três meses, enquanto a economia do país luta para se recuperar.
Os gastos com construção subiram 0,5% em setembro, na comparação com agosto, para a taxa anual sazonalmente ajustada de US$ 801.75 bilhões, segundo o Departamento de Comércio do país.
Os economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam um declínio de 0,8% dos gastos.
O governo revisou em queda o dado de agosto para mostrar declínio de 0,2%, em vez do ganho de 0,4% reportado anteriormente. Em julho, os gastos com construção recuaram 2,6%.
A alta inesperada dos gastos com construção em setembro foi conduzida principalmente pelo setor público, onde o gasto aumentou 1,3%, para US$ 319.74 bilhões. O gasto federal disparou 6,1%.
Em setembro, os gastos com construção do setor privado ficaram inalterados, em US$ 482.01 bilhões. Os gastos com construção residencial cresceram 1,8% em setembro, para US$ 242.18 bilhões, depois de recuarem 4,0% em agosto. Já os gastos com construção não residencial ficaram estáveis em setembro ante agosto.
Os gastos com construção de escolas e igrejas aumentaram, enquanto os gastos com construção de hotéis recuaram.
No ano passado, os gastos com construção de não residencial recuaram 12,4%.

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