Índice da Construção varia 0,3% no AM

O cálculo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que contabiliza o valor do metro quadrado, o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil), apresentou alta em dezembro e no balanço do ano no Amazonas. O Estado teve variação mensal superior à média nacional, alcançando 0,3% contra 0,26% no Brasil. O valor para se construir passou de R$ 802,37 em novembro para R$ 804,81.
Apesar da percentagem estar acima da média nacional e ter fechado o ano com variação em 6,5%, o vice-presidente do Sinduscon-Am (Sindicato da Construção Civil no Amazonas), Frank Souza, diz que os números não preocupam. “É uma variação muito pequena e que por enquanto não deve atrapalhar o desempenho do setor”, comentou.
Souza explica que a variação se deve por reajustes em alguns componentes utilizados pela construção civil. O valor do saco do cimento, por exemplo, teve uma alta entre 5% e 8% em 2010. Outro material de construção mais caro foi a cerâmica, além do reajuste salarial, ocorrido em meados do ano passado.
Dentre as setes unidades federativas que compõem a região Norte do Brasil, o Amazonas ficou em terceiro lugar com o metro mais caro para se construir. O segundo e primeiro lugares ficou, respectivamente, para o Acre (R$ 822,2) e Roraima (R$ 844,39). O Estado de Rondônia foi o que mais obteve variação na percentagem do Sinapi, com 18,29%. Em janeiro de 2010 o metro quadrado custava R$ 667,30 e em dezembro ficou em R$ 804,81.

Resultados Nacionais

No Brasil, o metro quadrado, o custo passou de R$ 767,03, em novembro, para R$ 769,06, em dezembro, sendo R$ 434,25 relativos às despesas com materiais e R$ 334,81 com a mão de obra. A parcela de materiais, comparada com o mês anterior, registrou queda de apenas 0,07 ponto percentual, passando de 0,50% para 0,43%. Já os gastos com os funcionários, ficou em 0,05%, o que representou uma desaceleração de 0,89 ponto percentual em comparação aos 0,94% de novembro.
No mês de dezembro, o Nordeste, com 0,36%, se destacou por apresentar a maior alta no custo (R$ 721,57), ficando um pouco abaixo o Sul (747,92), com 0,31%. As regiões Sudeste (R$ 811,46) e Centro-Oeste (R$ 746,83) apresentaram variações iguais (0,21%). Já o Norte obteve custo médio de R$ 778,78, com 0,23% na passagem de um mês para o outro.

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