Importância do zoneamento agrícola é destacada em evento

No mês passado, o contingente de desempregados foi estimado em 1,481 milhão de pessoas em São Paulo –7.000 a mais do que em abril.

A probabilidade de sucesso na colheita para quem segue o zoneamento agrícola de risco climático do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) é de 80%, ou seja, a chance é de 8 anos favoráveis em cada 10 anos de atividade. O coordenador-geral de zoneamento agropecuário do ministério, Francisco José Mitidieri, destacou a importância dos estudos de zoneamento de risco climático como ferramenta de gestão de risco, na última quinta-feira, durante o Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil “Os estudos contribuem para estabilizar a renda do agricultor”, disse.
Publicados em portarias no Diário Oficial da União, os estudos de zoneamento de risco climático indicam a época mais apropriada para o plantio por município, correlacionada ao ciclo das cultivares e tipo de solos. O objetivo é minimizar as chances das adversidades climáticas coincidirem com a fase mais sensível das culturas.Os estudos levam em conta ainda séries climáticas, de no mínimo 15 anos, obtidas numa rede de 3.582 estações pluviométricas espalhadas pelo Brasil.
Mitidieri participou da mesa-redonda Tecnologias Disponíveis para Mitigação e Gestão do Risco Rural, que contou ainda com palestras sobre os modelos de previsão de clima e modelos de previsão de safras. O coordenador do Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas), Hilton ­Pinto, falou sobre os modelos de previsão do clima que subsidiam produtores, governos e empresas da iniciativa privada, como seguradoras e ressegu­radoras, no planejamento da produção.
O superintendente de informações do agronegócio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Airton Camargo Pacheco Silva, falou sobre os modelos de previsões de safra hoje utilizadas para complementar o trabalho de campo e detalhou a evolução das ferramentas de sensoriamento remoto.
O evento, que se encerrou na quinta-feira, foi promovido em parceria entre o Mapa, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o IICA (Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura), o Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização), a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e a ­Fundação Escola Nacional de Seguros.

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