Importações via porto tem variação positiva

As importações do Amazonas realizadas pelo transporte fluvial apresentaram um quadro de estabilidade ao atingirem uma leve variação positiva de 0,43% nos primeiros dez meses deste ano, ao totalizarem um montante de US$ 4.58 bilhões, ante a cifra de US$ 4.54 bilhões, em compras de importados, efetuadas nos mesmos meses do ano passado.

Os dados constam na planilha de controle estatístico feita pela Alfândega do Porto de Manaus que revelam as peças de insumos para as indústrias de telefonia celular como sendo o produto de maior peso nas importações, seguindo de materiais eletroeletrônicos e componentes de duas rodas.

Desde o ano passado, as importações de insumos locais vêm apresentando diminuição, desde quando parte da linha de produção da Nokia foi transferida ao México, em virtude da perda do potencial de competitividade dos celulares fabricados no Estado.

O diretor-executivo da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Flávio Dutra, reivindica melhores condições de infra-estrutura para a comercialização de produtos do Estado do Amazonas ao exterior.

“Parte da linha produtiva da Nokia foi transferida daqui, devido à burocracia e a crítica situação logística do Estado, que fez parte da linha produtiva desses aparelhos ser transferida a outro país, então, os governantes devem analisar meios de viabilizar a produção desses produtos aqui”, reclamou o dirigente da indústria.

Em relação ao total arrecadado em tributos pela Alfândega do Porto de Manaus, os dados são positivos. Nos dez primeiros meses deste ano, o órgão aduaneiro obteve um crescimento de 12,78%, em arrecadação de tributos com comércio exterior, atingindo um montante no valor de R$ 406,79 milhões em recolhimento de tributos, ante o total de R$ 360 milhões do montante recolhido no mesmo intervalo do ano passado.

Quando se observa a composição da arrecadação tributária dos dez primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2006, verifica-se um incremento na participação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), enquanto os demais tributos revelaram queda, conforme o demonstrativo a seguir: IPI (11,48% para 19,75%), Imposto de Importação (45,19% para 43,14%),e outras participações 43,33% para 37,09%).

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