Ser jornalista é ter uma profissão honrosa e sadia; o que não se pode é confundi-la com jornalismo, cuja prática vem se desmoralizando, em face da submissão e do viés político adotado pelos derrotados nas urnas. Ocorre que deparamos hoje com um cenário estarrecedor, onde o patrão detona: faça o que eu mando, cerceando o direito constitucional do livre exercício da liberdade de expressão. Exemplos estão aí, onde todos os derrotados nas urnas que não mais mamam nas tetas do cofres públicos, só batem em Bolsonaro, um Presidente que não rouba e nem  deixa roubar. E, de forma surpreendente outro veículo de comunicação passara a seguir esse péssimo caminho; dizem a mando dos chineses…E, bem pior e na mesma linha o Brasil ganhara outro órgão de oposição que em nada contribui para nosso progresso. Para esses desesperados e, quiçá, à beira do abismo, só o futuro dirá, até porque poderão fazer parte de uma imprensa obsoleta, o que lamentamos. O jornalismo vem-se deteriorando há anos, aspecto hoje mais observado; seja decorrente da baixa qualificação profissional, seja pelo crescente número de difusores de informações, notadamente nos dias de hoje onde as redes sociais exercem papel preponderante dada a velocidade com que a notícia atravessa o mundo. Contudo, existe o lado bom fulcrado na veracidade e na objetividade do conteúdo divulgado e o lado perverso revelado pelas “FAKE NEWS”, própria dos maledicentes aproveitadores de plantão. Existe, ainda, o oportunismo doloso como o “forte indício de que no início da epidemia o Partido Comunista Chinês ocultou informações da população e das autoridades globais acossando médicos e jornalistas e agora utiliza seu aparato de propaganda para reescrever uma narrativa triunfalista da guerra ao vírus”; o que é um crime contra a humanidade.

Haverá o mundo de construir  barreiras visando bloquear a circulação de notícias bombásticas umas, mentirosas outras, onde se leva o pavor aos  desassistidos e aos incrédulos. Destarte, urge ser necessária a adoção de medidas que terão por objetivo o bloqueio de matéria que só gera o pânico, fruto da desinformação e da maledicência. Assim, estamos diante de um bom combate, onde se buscará a verdade, cabendo a todos participar dessa luta unidos por uma informação segura, de fonte conhecida, dando a todos o caráter de responsabilidade  e veracidade.

Não se pode afirmar que toda a mídia é sensacionalista, venal ou desonesta, mas que a parte derrotada nas urnas é maledicente e dolosa não temos dúvidas. Vejam que agora as mortes tem como causa o coronavírus, ou seja, não se morre de nenhuma outra doença: a dengue, a tuberculose, o câncer  não matam mais. E, como fruto da supostas solicitações de certos governadores, os IMLs foram compelidos a atestarem uma inveracidade, demonstrando-se o lado político desses que hoje já enterraram suas carreiras. Mas e a mídia pesquisara o sucedido? Não. Todos tentaram obter um proveito para serem conhecidos como salvadores; ou para encobrirem suas péssimas gestões, eis que atolados em dívidas há anos buscam agora no coronavírus a salvação, sem remorso (o que os políticos não conhecem). Foram os jornalistas que compõem o quadro dos derrotados nas urnas pesquisar as razões desse engodo para com o povo brasileiro?

Esta parte obscura e tendenciosa não tem alma cristã; alimenta a destruição; desconhece seu destino e se omite diante da fraternidade que une os cristãos e os que tem na família a célula mater na arte de viver como seres humanos que possuem coração e alma. Que o Senhor nos ilumine para que atravessemos este momento de dor com FÈ e na certeza do que seremos os grandes  vencedores, juntamente com aqueles que pensam no próximo e nos menos favorecidos; o que não é o caso dos políticos sórdidos, cujo lema é a busca do poder; muito menos dos derrotados nas urnas, antipatriotas e socialistas que agem contra o povo brasileiro em plena luz do dia.

Qual o motivo dessa manipulação grotesca da qual nossa sociedade é vítima? Por isso, nesta hora extrema NÓS saberemos implantar o surto da solidariedade e, assim, sairemos todos muito maior do que entramos nessa crise; com exceção dos que só vivem da manipulação grotesca dos humildes, dos desassistidos e dos incautos; esquecendo-se de que o futuro a Deus pertence. E, assim, levemos  a nossa FÉ a todos os corações, para juntos semearmos a esperança porque o momento atual é de grandeza de espírito e não de torpeza, maledicência, ódio ou leviandade.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

Fonte: Alfredo Andrade

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