Impasse da silvinita pode chegar ao fim

O Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Cláudio Scliar, confirmou que a Petrobras deverá anunciar em setembro a empresa que será sua sócia no projeto de exploração da silvinita – minério de onde é extraído o potássio – nos municípios de Nova Olinda do Norte e Itacoatiara.
Scliar reafirmou ao líder do governo do Estado na Assembléia Legislativa, deputado Sinésio Campos (PT), que esteve em Brasília na semana passada, a intenção do Governo Federal de dar celeridade ao projeto de exploração do potássio do Amazonas. De acordo com Scliar, a Petrobras está finalizando os termos da parceria com a empresa que ficará responsável pela exploração do minério.
O processo da escolha da companhia que atuará junto com a Petrobrás no Amazonas começou ainda em maio, quando a estatal lançou proposta de negócio para as empresas interessadas. Na época, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, não divulgou o nome das empresas que estariam interessadas no investimento.
De acordo com o deputado Sinésio, essa definição sobre a empresa que iniciará a exploração do minério no Estado é um passo importante para finalmente viabilizar o projeto silvinita do Amazonas. O parlamentar lembra ainda que a extração do potássio é estratégica, tendo em vista que o Brasil importa atualmente 91% do produto. “A exploração sustentável das riquezas minerais, levando em conta a conservação do meio ambiente, vai possibilitar a geração de emprego e renda para a população do interior do Amazonas. A nossa expectativa é que a atividade mineral no Estado gere mais de 90 mil empregos diretos e indiretos”, disse.
A reserva de silvinita, localizada nos municípios de Nova Olinda e Itacoatiara, tem cerca de 1,2 bilhão de toneladas – com potencial de extração estimado para 100 anos, tornando o Brasil autossustentável e permitindo a formação de um novo parque industrial no Amazonas, o cloroquímico, evitando assim que o produto saia “in natura” do Estado.

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