IGP-M acelera para 0,59% na 2ª prévia

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) apontou inflação de 0,59% na segunda prévia de julho (apurada entre 21 de julho e 10 de agosto), contra 0,27% na primeira leitura deste mês e 0,19% na segunda leitura de julho, informou a Fundação Getúlio Vargas).
No ano, o IGP-M acumula alta de 2,35% e, nos últimos 12 meses, de 4,23%. O índice geral foi puxado para cima pela alta no IPA (Índice de Preços por Atacado), que passou de 0,14% na primeira prévia deste mês para 0,75% na leitura divulgada ontem. Também houve alta no INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que passou de 0,25% para 0,37%.
Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve ligeira variação para baixo, passando de 0,29% para 0,26%.
No IPA, o grupo Matérias-Primas Brutas teve alta 2,57%, contra 0,87% na segunda prévia do mês passado. Os itens que mais contribuíram para a alta foram laranja (-13,64% para 8,89%), milho em grão (-0,83% para 3,31%) e tomate (-24,24% para 45,41%). Os itens soja em grão (1,82% para 0,60%) e leite in natura (6,88% para 5,54%), por sua vez, tiveram recuo.

O índice de Bens Intermediários passou de -0,10% na segunda leitura de julho para 0,42% na mesma comparação em agosto, com destaque para o item combustíveis e lubrificantes para a produção, que subiu de 0,08% para 1,28%.
Já o índice de Bens Finais passou de -0,04% para -0,14%. A maior contribuição para a desaceleração teve origem no subgrupo alimentos in natura, (de 1,30% para -2,39%).
No IPC, tiveram recuo os grupos Vestuário (de 0,68% para -0,39%), Transportes (de -0,33% para -0,48%) e Despesas Diversas (de 0,47% para 0,28%). Os preços que mais caíram foram os de roupas (de 0,39% para -1,05%), gasolina (de -0,13% para -1,16%) e cigarros (de 1,43% para 0,66%) respectivamente.
Alimentação (0,90% para 0,88%) e Educação, Leitura e Recreação (0,40% para 0,31%) também tiveram quedas -sem, no entanto, peso significativo no resultado do índice.
Em alta ficaram os grupos Habitação (de -0,08% para 0,11%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,28% para 0,32%), com destaque para tarifa de telefone residencial (0,40% para 1,82%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,22% para 0,44%), respectivamente.

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