Hora de todos apoiarem saída de camelôs

A retirada dos camelôs do Centro de Manaus pode ser considerada muito mais que uma atitude de respeito do poder público com a classe empresarial. É fato que, além da pesada carga tributária com a qual os comerciantes legais têm que arcar, a concorrência desleal com os ambulantes faz com que o empresariado tenha que demitir.
Não há como disputar em condições favoráveis com um tipo de comércio que não paga impostos, não gera empregos e se instala à frente dos estabelecimentos legalizados, competindo com produtos idênticos e com preços bem abaixo do que é praticado no ramo formal.
Claro que não se pode esquecer do drama social que muitos ambulantes enfrentam para poder sobreviver com esse tipo de comércio e sustentar suas famílias, mas por trás de muitos que estão ali com boas intenções, existe uma rede de contrabandistas que exploram esses pequenos comerciantes, “empurrando” mercadorias de procedência duvidosa, sem nota e até proibidas pela legislação.
A Prefeitura de Manaus decidiu agir e vai precisar certamente do apoio não apenas das entidades empresariais, mas também dos órgãos de fiscalização, que precisam, sim, agir com o rigor necessário para ordenar o comércio e coibir essa prática criminosa de entrada de produtos ilegais, que acabam prejudicando a economia local.
E afinal de contas, a retirada dos camelôs deve melhorar o faturamento dos empresários do Centro, o que vai possibilitar a abertura de novos postos de trabalho.
Se a prefeitura conseguir colocar pelo menos a maioria deles nos centros comerciais que vai construir e se abrirem novas vagas o comércio formal, Manaus só vai ganhar, assim como o varejo local.
Portanto, a partir de agora, cabe à sociedade se mobilizar para extirpar essa chaga que, felizmente, começa a se tornar uma exceção e não a regra na maioria das grandes cidades brasileiras.
Queira Deus que novos mecanismos de comércio ilegal não sejam criados no futuro.

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