Home office traz reflexão sobre os modelos de gestão

A quarentena, medida incentivada pelos órgãos governamentais para conter o avanço do coronavírus no país, mudou o cotidiano dos brasileiros principalmente no que diz respeito a rotina de trabalho. Para o Instituto Capitalismo Consciente Brasil (ICCB), que incentiva, ajuda e inspira empresários e empreendedores a aplicar os princípios do capitalismo consciente em suas organizações, a implementação do home office trouxe à tona paradigmas de gestão e necessidade de discutir a atuação das empresas.

“O futuro do trabalho de uma hora pra outra precisou virar presente do trabalho e não nos preparamos enquanto organizações e líderes para confiar verdadeiramente nas pessoas, delegar a elas verdadeira autonomia nos domínios de suas funções e oferecer toda e qualquer informação necessária de modo transparente para o trabalho fluir sem travas. A perspectiva positiva é certamente a de abreviar essa ponte para um novo jeito de trabalhar e de enxergar o trabalho e as relações”, argumenta Dario Neto, diretor geral do ICCB.

Ainda segundo Neto, o ponto chave está nos paradigmas de gestão e liderança que nesta hora geram inúmeras travas. “É muito difícil esse modelo de trabalho funcionar com produtividade e boa performance quando não há confiança como ingrediente essencial na cultura. Confiança com autonomia e transparência são ingredientes básicos que fazem o home office funcionar muito bem. A maioria das organizações não estão prontas na filosofia por trás do que sustenta o trabalho remoto”, complementa.

Graças a tecnologia, praticamente tudo que se faz em um escritório físico pode ser feito em um ambiente virtual. Para preparar as pessoas, as empresas precisam definir ferramentas e treinar a equipe nelas, além de criar rituais e acordos claros que transportem o dia a dia do escritório para o digital. “Negócios conscientes por definição substituem comando, controle, medo e visão de escassez por confiança, transparência, autonomia, amor e olhar abundante sobre as coisas. Se isso já é parte da cultura, tudo ficará mais fácil. Se não é, provavelmente é onde a transição terá suas maiores barreiras”, conclui o diretor geral do ICCB.

Fonte: Redação

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