Harvard quer saber como criar um super humano

Na ficção, a ciência é uma das grandes responsáveis pela transformação de pessoas comuns em super-heróis. Os exemplos dos quadrinhos e filmes são vários: desde a aranha radioativa que picou Peter Parker (o Homem-Aranha) durante um passeio da escola, a transformação do cientista Bruce Banner em algo um pouco menos humano —e mais verde –, com uma raiva incontrolável a princípio, até um soro capaz de transformar o mirrado Steve Rogers no Capitão América.

E se fosse possível fazer alterações genéticas capazes de transformar um ser humano comum em uma máquina para defender a humanidade? Ainda não é, mas isso não significa que cientistas no mundo todo não estejam tentando.

É o caso do geneticista George Church, de Harvard, que criou uma planilha para monitorar quais alterações genéticas são necessárias para a criação de um super humano. Um dos genes apontados pelo cientista é o LRP5, capaz de causar “ossos extremamente fortes”, mas com o efeito colateral de níveis baixos de flutuabilidade na água.

Para explicar melhor, é quase como quando o adamantium foi inserido no corpo do Wolverine. Nesse caso, os problemas não eram genéticos, mas o vilão Magneto (que tinha controle sobre metais), conseguia controlar também o herói. Com o bônus, vem o ônus. E nem sempre ele vale a pena.

A planilha de Church pode servir como um spoiler das mudanças que podem acontecer quando houver uma permissão de “hackear” a genética humana de uma forma mais segura.

Mesmo que não seja para criar novos super-heróis, a planilha aponta que alterar os genes humanos para evitar certas doenças, como o alzheimer, o câncer e até mesmo Ebola, podem causar efeitos colaterais complicados.

Tecnologia inativa mais de 99% do coronavírus no ar

Solução inativa vírus em 1 minuto

Uma tecnologia pioneira, que consegue inativar, em apenas um minuto, 99,97% das partículas de covid-19 no ar, acaba de ser desenvolvida em Portugal, segundo a agência de notícias Lusa.

O estudo foi desenvolvido pelo Campus de Tecnologia e Inovação da BLC3, em Oliveira do Hospital, em parceria com a Universidade do Minho e as faculdades de farmácia das universidades de Lisboa e de Coimbra, afirmou João Nunes, coordenador da pesquisa, à agência Lusa.

“Em um minuto, de 16.982 partículas de vírus Sars-CoV-2, apenas cinco partículas não foram inativadas, o que deu um resultado efetivo em 99,97% da amostra. E, ao fim de cinco minutos, obteve-se uma inatividade total, de 100%, e sem qualquer variação no comportamento do vírus”, disse Nunes.

A tecnologia, denominada AT MicroProtect, baseia-se em um “novo conceito de ‘física inversa’, que integra um sistema de emissão de ondas, muito mais eficiente que a radiação solar, com o desenvolvimento de algoritmos matemáticos e físicos sobre o comportamento do vírus ”, reitera João.

Maior projeto nuclear do mundo tenta replicar o Sol

Maior projeto nuclear do mundo tentar replicar o Sol

O Sol vai ganhar um concorrente direto aqui na Terra. Custando a bagatela de 20 bilhões de euros (algo entre R$ 120 bilhões, em conversão direta), começou nesta terça-feira (28), a primeira fase da construção do maior projeto nuclear do mundo, que tem como objetivo replicar as reações solares para gerar, futuramente, energia em escala comercial. O faturamento do mercado de energia nuclear vai passar de 39.433.032 em 2019 para 40.892.055 em 2020, um crescimento de 3,7%, segundo a consultoria britânica Allied Market Research.

O reator de fusão nuclear está sendo planejado e construído por meio de uma parceria entre Japão, Índia, a União Europeia, os Estados Unidos, a Rússia, a China e a Coreia do Sul, desde 1985 —quando a Rússia ainda era a União Soviética. Uma parceria inusitada, mas que deu certo. Há 19 anos foi completado o primeiro rascunho do projeto. A planta nuclear começou a ser construída em 2006, em Cadarache, no Sul da França. Agora, em 2020, foi iniciada a construção do reator.

Ao contrário de outras plantas do tipo, que utilizam a fissão nuclear, processo que quebra o núcleo dos átomos em dois menores, o reator batizado de ITER (que significa “o caminho” em latim) será responsável pela fusão nuclear, que consiste na combinação de átomos em altas temperaturas para a geração de energia. Quando pronto, o reator será o primeiro a produzir energia líquida e a manter níveis de fusão por períodos mais longos. Um diferencial competitivo e tanto.

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