19 de abril de 2021

Guido Mantega defende políticas para combater efeitos da crise mundial

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse esta semana que as contas públicas brasileiras estão equilibradas e defendeu as políticas adotadas pelo governo durante a crise para estimular o consumo e o crescimento econômico

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse esta semana que as contas públicas brasileiras estão equilibradas e defendeu as políticas adotadas pelo governo durante a crise para estimular o consumo e o crescimento econômico.
Para rebater um dos principais argumentos adotados pela oposição para criticar a política econômica do atual governo, Mantega apresentou dados para mostrar que os gastos com custeio e pessoal ficaram estáveis na comparação com o governo anterior.
Segundo o ministro, o gasto com pessoal representava 4,81% em 2002 e passou a 4,79% em 2009, enquanto os gastos com o custeio da máquina pública subiram de 3,19% naquele ano para 3,52% no ano passado.
“Alguns dizem que há um aumento excessivo de gastos com pessoal, mas isso não é correto. Não há nenhum desequilíbrio fiscal nesse quadro.
Levando em conta que passamos por uma crise muito grande, nós conseguimos manter as contas equilibradas”, afirmou, durante evento promovido pelo IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público) para discutir os dez anos da Lei de Responsabilidade Fiscal.
O ministro disse ainda que o Brasil está em condições de alcançar resultados nominais (já contabilizado o pagamento dos juros) positivos “em breve”, condição que, segundo ele, seria alcançada em 2010 não fosse a crise econômica.
“O crescimento econômico é a melhor maneira de estimular as contas públicas. Você aumenta a arrecadação sem prejudicar a economia”, defendeu.
Mantega previu um deficit nas transações correntes neste ano de 2,2%, mas disse que isso não expõe o Brasil à vulnerabilidade externa porque o país tem reservas altas e é credor em dólares, o que facilita na hora de fechar a conta e na manutenção da credibilidade do País diante do mercado internacional.

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