Gtel comemora uma década de conquistas em pesquisa e inovação na área

O Gtel (Grupo de Pesquisa em Telecomunicações sem fio) está entre os dez centros mais modernos de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) do país no setor e comemora, no próximo dia 4 de novembro, 10 anos de projetos e de parceria com a empresa Ericsson, líder mundial no fornecimento de tecnologia e serviços para operadoras de telecomunicações. O setor de tecnologia da informação é uma das áreas que mais cresce no Brasil. Só o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ampliou de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões o orçamento para 2009/2010 do Prosoft (Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia e Informação), utilizado para auxiliar empresas de software.
O grupo desenvolve pesquisas na área de telefonia móvel, principalmente nas chamadas tecnologias de terceira e quarta gerações e na busca por ampliar e tornar mais barato o acesso à telefonia usando tecnologia sem fio. “O Brasil tem um grande potencial no setor e nós ocupamos um papel cada vez mais importante, contando com um dos maiores mercados de telefonia móvel no mundo. Nesse contexto, o Gtel presta serviços de pesquisa e desenvolvimento por meio da execução de projetos em sistemas de telefonia móvel de todas as gerações; processamento de sinais para comunicações; qualidade de serviço em comunicações sem fio, antenas de propagação e banda larga móvel. Atualmente, focamos nosso trabalho em tecnologias que sucederão o 3G, ou seja, a quarta geração (4G), para onde as coisas vão caminhar nos próximos três a cinco anos. Nesse sentindo, a parceria com a Ericsson é reforçada: novos métodos, processos e algoritmos desenvolvidos pelo grupo podem, no futuro, ser incorporados à linha de produtos da Ericsson”, explicou o coordenador do Gtel, Rodrigo Cavalcante.
Outro foco de pesquisa está em encontrar soluções para baratear e ampliar o acesso à telefonia usando tecnologia sem fio, principalmente no Ceará, onde mais de 130 municípios (de um total de 184) não tem acesso completo à telefonia celular, segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). “O Gtel também desenvolve projetos voltados a demandas da sociedade local. A exemplo da plataforma de voz sobre IP que opera sobre tecnologia de hardware e soft­ware abertas, o que reduz significativamente custos de implantação e operação”, reforçou Cavalcante.
Criado no final de 1999, o Gtel é vinculado ao Deti (Departamento de Engenharia de Teleinformática) da UFC (Universidade Federal do Ceará) e possui atualmente um quadro de 28 pessoas, entre corpo docente e discente. Entre as conquistas, a parceria com a Ericsson tem sido uma das que mais trouxeram bons resultados, para todos os envolvidos.

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