Grau de investimento virá da soma de fatores

A nova condição de credor externo – e não mais devedor – que o Brasil desfruta desde janeiro é só mais passo rumo ao grau de investimento (concedido pelas agências de classificação de risco de crédito), mas não será determinante, na opinião do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. A avaliação foi feita ontem, em Paris, onde a autoridade monetária participou de uma reunião com empresários europeus, a convite da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.Segundo Meirelles, o grau de investimento das agências internacionais se deverá ao conjunto de fundamentos da economia brasileira. “O investment grade não é (atribuído) por conta de um ou outro fator específico, mas é resultado de uma melhora global de fundamentos”, disse o presidente. “Não será um ou outro índice que vai definir o investment grade. É o resultado de uma tendência do País.”

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