Governo otimiza registro de agrotóxicos

O governo brasileiro está trabalhando com informatização, interação com órgãos brasileiros, como Embrapa e Fiocruz, e também na atuação conjunta com entidades internacionais para encurtar o tempo de registro de agrotóxicos.
A informação é do coordenador-geral de agrotóxicos e afins do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Luís Eduardo Rangel, que participou, na última terça-feira, da 25ª Reunião Extraordinária da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.
Ao lado de representantes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e do Ibama (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), órgãos que fazem a avaliação toxicológica e de risco ambiental, Rangel apresentou aos senadores o processo de registro de agrotóxicos, que é finalizado no Mapa.
Ele destacou o Agrotif (Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários), que permite acesso às informações de registro, marca comercial, cultura, ingrediente ativo, classificação toxicológica e classificação ambiental.
O coordenador destacou o significativo crescimento da média de registros concedidos, que passaram de 70 por ano para 200 em 2007 e 2008. E, segundo ele, a demanda por novos registros continua aumentando. “São mais de 60 pedidos de registro por mês”, enfatizou ele.
Ainda sobre as ações que podem otimizar o registro dos agrotóxicos, ele explicou que o Mapa está firmando uma parceria com a Epa (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos).
Essa relação, segundo ele, vai proporcionar a técnicos brasileiros treinamentos nos setores de avaliação e registro e a possibilidade de realização de avaliações globais.

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