Governo começa a identificar áreas de risco

Situada em meio a floresta Amazônica, Manaus vive alternância de chuva e sol, fator que contribui para o aparecimento de grandes erosões no solo. Um exemplo foi o deslizamento de terra ocorrido no Porto Chibatão, em outubro do ano passado. Ele que se configura como um dos principais e mais importantes portos de carga e descarga de mercadorias do PIM (Polo Industrial de Manaus), foi afetado em quase 90% de suas atividades levando às empresas prejuízos incalculáveis.
Para prevenir acidentes como estes, o governo do Estado está desenvolvendo, através da Seinf (Secretaria Estadual de Infraestrutura), ações de identificação e isolamento de áreas consideradas de risco.
De acordo com a secretária de Infraestrutura do Estado, Waldívia Alencar, desde 2004 o Estado vem desenvolvendo atividades em mais de 30 pontos de risco identificados na cidade, ela explicou ontem, 18, em entrevista coletiva à imprensa, que o governo contratou a empresa Laghi Engenharia Ltda., para formular o chamado “Plano de Combate às Erosões”, com o objetivo de identificar os locais que apresentam maior probabilidade de deslizamento.
Segundo a titular, o plano deve custar aos cofres públicos cerca de R$ 6 milhões, e já vem sendo desenvolvido nos bairros Nova Cidade; João Paulo; Nova Vitória e Grande Vitória.
“O procedimento consiste na recuperação das áreas atingidas. Substituímos os materiais que não possuem mais utilidade, efetuamos a troca do solo, além da drenagem. Nesses locais também executamos um trabalho de pavimentação e paisagismo, instalamos brinquedos para que as crianças possam utilizá-los como uma área de lazer, o que contribui que novas famílias ocupem essas áreas antes de risco”, destacou.
O trabalho que conta com a parceria da Defesa Civil, leva os moldes do Prosamim (Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus), que retirou mais de 10 mil famílias que moravam no entorno de igarapés.
“O programa não deve ser confundido com o Prosamim, entretanto alguns aspectos são os mesmos utilizados por ele”, esclareceu Waldívia Alencar.

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