Fucapi rebate relatório do TCU

A diretora-presidente da Fucapi (Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica), Isa Assef, em entrevista coletiva realizada na tarde de ontem (3), desmentiu as informações que constam no relatório TCU (Tribunal de Contas da União) que apontam suposto sucateamento dos equipamentos da Fucapi. Assef rebate as críticas citando a certificação ISO 27001, padrão para sistema de gestão da segurança da informação obtida pela Fucapi, fornecida pelo instituto britânico BSI.
“Uma instituição certificada pela ISO 27001, cuja certificação é dada por uma instituição britânica e que é renovada anualmente, jamais receberia esta certificação se não estivesse up-to-dated com os mercados nacional e internacional”, informou.
Isa Assef garantiu ainda que a lentidão na liberação das mercadorias pela Suframa se deve exclusivamente à greve dos servidores da autarquia e não à fragilidade dos sistemas operados pela Fucapi. Após a coletiva, a imprensa teve acesso a todos os equipamentos de TI da fundação, oportunidade em que pode ser observada a atualização tecnológica da mesma.

Contrato
A gestora esclareceu que o contrato emergencial para o fornecimento de soluções integradas de hosting dedicado com alta disponibilidade e fornecimento de serviços de comunicação de dados e acesso a internet para a Suframa em cada um dos Estados onde atua ainda não foi assinado.
Apesar de a prestação dos serviços ainda não ter sido oficializada, a diretoria da Fucapi informou que, está prestando o serviço, mesmo sem a assinatura do contrato, após aceitar a proposta da Autarquia, que sugeriu, na última segunda-feira (31), a assinatura de um contrato emergencial por 180 dias ou até o fim do processo licitatório, que contemplaria apenas uma parte dos serviços e com base no valor ofertado pela Fucapi. Desse modo, a Fucapi está operando o sistema da Suframa sem cobertra contratual.
“Estamos funcionando, desde segunda-feira, sem contrato. Mas trabalhamos por muitos anos com a Suframa e não acredito que não iremos assinar o contrato. Temos que avaliar também o que essa paralisação causa à economia do Estado do Amazonas. Temos muita consciência do papel que nós representamos”, informou Isa Assef.
O contrato emergencial teria o valor firmado com a Suframa na ordem de R$ 3,33 milhões mensais por até seis meses. O valor total do contrato está estimado em mais de R$ 20 milhões, sendo R$ 19 milhões para os serviços de hosting e R$ 1 milhão para serviços de link com as unidades descentralizadas. De acordo com os termos, o valor do contrato de serviços de TI teve como base o mesmo ofertado pela Fucapi no pregão 12/2013, cuja abertura aconteceu no último dia 28 de março e que teve a fundação como vencedora. Os serviços serão remunerados posteriormente por reconhecimento de dívida.

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