28 de junho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Fretamento contribui para desenvolver turismo de eventos em São Paulo

Para a Fresp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo), o incentivo ao transporte em São Paulo traria mais visitantes à cidade e beneficiaria os diversos setores envolvidos na atividade turística

Para a Fresp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo), o incentivo ao transporte em São Paulo traria mais visitantes à cidade e beneficiaria os diversos setores envolvidos na atividade turística.
A SPTuris (São Paulo Turismo) recentemente divulgou o seu melhor resultado financeiro dos últimos 15 anos. Parte desse resultado deve-se a realização de um número maior de eventos, cerca de 20% a mais do que no ano de 2007.
A advogada e diretora-executiva da Fresp, Regina Rocha, acredita que para o segmento de transporte, esse é o ponto que mais chama atenção, pois o esforço da SPTuris em atrair mais eventos para a cidade de São Paulo é sempre bem-vindo, no entanto, essa ação deve estar orquestrada com outras secretarias municipais para garantir o bom resultado do trabalho.
Para Regina, o transporte é um item de vital importância para a realização de um evento de sucesso. “Sob este aspecto nada adianta um ótimo hotel ou um excelente centro de convenções, se o turista não tiver meios adequados, rápidos, seguros e econômicos de locomoção. São mais de 80 mil eventos realizados anualmente em São Paulo, o que gera incontáveis deslocamentos de pessoas dentro do município ou mesmo na grande São Paulo. Em sua grande maioria esses transfers são atendidos pelas empresas de fretamento que possuem frota e know-how para esse tipo de transporte especializado”, complementou.
É notória a inexistência de pontos de paradas para o embarque e o desembarque de passageiros nos locais de visitação turísticas, espaço de eventos e espetáculos e hotéis. “E ainda assim os órgãos responsáveis pelo transporte e trânsito ainda estudam medidas restritivas de circulação para o serviço de fretamento, o que dificultará mais a operação do transporte turístico no município”, refletiu Regina, que também é formada em Turismo.
Segundo Regina, ainda que seja dito pelos órgãos gestores do trânsito e do transporte que essas restrições, em tese, não se aplicariam ao turismo, na prática não será possível diferenciar esse serviço dos demais deslocamentos dos ônibus de fretamento, também indispensáveis para a população.

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