23 de maio de 2022

A humanidade é formada por seres humanos cuja percepção às constantes mutações impactam o comportamento diário de cada um; sendo que cada qual absorve-as de acordo com sua cultura, ou seja, nível de conhecimento. Há seres humanos que encerraram seu aprendizado ao mal concluírem o curso ginasial; outros optaram por receberem uma aprendizagem mecânica devido às próprias habilidades; enquanto outros conseguiram chegar à era da automação e da conectividade entre objetos, participando da transformação industrial que assistimos nas últimas décadas, cujo resultado final fora o crescimento de quase todos os setores da economia a nível global. Várias nações cresceram fruto de seus parques industriais, cujas fábricas não pouparam esforços em produzir, vender, oferecer empregos e patrocinar eventos de quase todas as espécies, notadamente os esportivos, onde vimos jogadores e jogadoras portando em suas roupas o logotipo de seus patrocinadores. O crescimento desses torneios ou competições fora expressivo e altamente significativo para todos, notadamente para o atleta que diante desse impacto vários buscaram nas horas vagas sua evolução cultural para uma nova etapa após a curta vida de qualquer atleta, tenha ou não sido um astro à nível mundial.

Há tempos que vários desses atletas permanecem na mídia notadamente no segmento de publicidade, onde o grau de responsabilidade atinente à veiculação do produto atinge menores, estudantes e até idosos de uma forma geral. A prosperidade econômica em evolução, trouxera resultados fantásticos para o mundo do tênis, do basquete, do vôlei, da natação, do box, da ginástica, do automobilismo; enfim de tudo que atraí cada um dos seres humanos. E o mercado se ampliara com o ingresso de médicos especializados na chamada medicina esportiva; todos integrando seleções, equipes ou base de apoio durante as competições; já que inexistem estas sem a presença da ambulância, contendo todos os equipamentos necessários ao atendimento inicial.

Infelizmente e de forma covarde e desumana o governo da Austrália deportara o tenista Djokovic, o melhor do mundo, ao argumento de que não era possuidor do “passaporte vacinal”, ou seja, quem não prova ser vacinado não ingressa na Austrália, nem sendo portador de “permissão médica especial”. Para nós não fora a passeio, mas para exercer sua profissão de tenista que tem o direito de jogar os torneios oferecidos pela Federação Internacional de Tenis, desde que possua os pontos necessários. E’ o caso de Djokovic que chegara ao topo do ranking, acumulando pontos. Evidente que carrega sempre em seus trajes as marcas de seus patrocinadores; tendo sido vergonhosamente impedido de exercer seu direito adquirido nas quadras. Djokovic contraíra COVID em dezembro de 2021 e não admite ser vacinado, postura individual adotada com fulcro no direito de liberdade de bem decidir sobre sua vida; aliás como muitos que se negam receber em seu corpo algo produzido por laboratórios que não respondem pela segurança do produto, além de diariamente circularem notícias informando que mesmo os vacinados estão adquirindo COVID; além de outras críticas severas, em face até de mortes ocorridas oriundas da vacinação que também deixa sequelas, notadamente no coração. Ademais, Israel acaba de afirmar que a quarta dose não impede a infecção; o parlamento russo rejeita a adoção do passaporte de vacinação obrigatório e o Japão libera o uso da Ivermectina como remédio eficaz. Agora, virá o torneio conhecido como o Aberto da França e o governo já acaba de editar lei aprovando o passaporte vacinal.

Destarte, é de se indagar: onde está a Federação Internacional de Tenis? Porque os demais tenistas não se unem a uma causa que defende o direito à liberdade individual; onde estão os patrocinadores que se omitem e os amantes do tênis que se contentam com a ausência do melhor jogador do mundo.

Temos para nós, que Djokovic apenas exercera seu constitucional direito, optando por não se vacinar contra o COVID. Fizera sua inscrição para jogar o Aberto da Austrália, mas ao tentar ingressar nesse país tivera seu visto cancelado e após recurso não acolhido fora obrigado a ir para casa, ao argumento de que seria “um risco para a população australiana”, tendo sido proibido de retornar à Austrália nos próximos três anos”. Djokovic contraíra o vírus em dezembro e já estava sadio. Alegam os defensores do passaporte sanitário que a obrigatoriedade da vacina visa “a não colocação risco de outras pessoas”; bem como o “ser a vacinação um ato de proteção a terceiros”; entendendo que o “direito coletivo à saúde pública seria preponderante ao direito individual de cidadão…” Referido argumento não se sustenta: (i) a uma: as vacinas não imunizam pois o vacinado poderá contrair o vírus; inclusive transmiti-lo; (ii) a duas: serviria quando muito para amenizar os sintomas, evitando internação etc.; (iii) a três: será apenas uma garantia individual exclusiva do cidadão vacinado e não da coletividade. Assim, tal exigência hoje já a nível mundial fere o princípio universal da razoabilidade e, ainda, viola os direitos fundamentais do cidadão previstos em todas as Constituições, como o de ir e vir e o da liberdade individual. Afinal, não vacinado nunca prejudicará qualquer outra pessoa; enquanto estar vacinado não significa encontrar-se totalmente imunizado tanto que já vimos inúmeros vacinados contraírem a COVID e transmitir o vírus. Forte nos argumentos acima e nas bem aduzidas pela nobre colega, Thaméa Danelon, in Gazeta do Povo, concluímos que houvera cristalina violação ao direito individual do tenista que por não pretender se vacinar foi impedido de entrar na Austrália, correndo idêntico risco quando for jogar o Aberto da França cujo ditador já dissera “aqui só vacina”. Relembrando Martin Luther King para quem, “a liberdade jamais é dada pelo opressor, ela tem de ser conquistada pelo oprimido”.

Porém, ainda hà bom senso como a Alemanha e Itália, cujos presidentes suspenderam as aplicações de vacinas em razão do surgimento de trombose no cérebro e no pulmão; contrariando a OMS; uma vez que até hoje só temos vacinas experimentais. E, se fabricantes não respondem pelos seus produtos como e porque acreditar? Para concluir, temos a salientar que a morte de pilotos comerciais batera recorde nos USA por causa de exigência da vacinação. Em 2021 morreram mais de 111 pilotos entre 30 e 50 anos de idade, sendo que 6 morreram durante seus respectivos voos. Fora inútil na vacinação que não imuniza?  

Coincidência ou não a Sérvia revogaria “as licenças de mineração da empresa anglo-australiana Rio-Tinto, atendendo pedidos dos grupos verdes”. Para muitos a deportação do tenista fora um dos motivos; o que não é de se duvidar.  E Djokovic demonstrando seu caráter e sua formação religiosa não deixara de doar à instituição que mantém, importância equivalente àquela que poderia auferir se tivesse disputado o torneio. Que o Senhor o abençoe e que os humanos sejam mais humanos e racionais.

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