Força do turismo pode ‘cortar ciclo de crise’

Cautela, criatividade e trabalho dobrado: esse é o conjunto de variáveis que deve preponde­rar diante da atual conjuntura econômica e financeira. Foi o que afirmou o ministro do Turismo, Luiz Barretto, em painel sobre crise e estratégias de estímulo ao setor turístico, na manhã da última quinta-feira, 26, durante o Fórum “O encontro das Oportunidades Financeiras”, atividade do 31 º Encontro Comercial promo­vido pela Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo) em São Paulo (SP).
Barretto analisou o mercado em curto e médio prazo e orientou os empreendedores da cadeia produtiva a investirem mais em marketing, promoção e planejamento. “O que precisamos fazer ago-ra é minimizar riscos e buscar empreender uma mudança expressiva, suficiente para que o ciclo de crise se dissipe. Vamos olhar para esse momento como uma gran­de fonte de oportunidades”, disse.
Segundo o presidente da Braztoa, José Eduardo Barbosa, este é um ano atípico para a economia do Turismo, que vem crescendo em volume de negócios e faturamento. As 72 empresas associadas faturaram juntas, em 2008, cerca de R$ 6,3 bilhões. Esses empreendimentos são responsáveis por mais de quatro mil empregos diretos no país, 80% dos pacotes turísticos comercializados e 15% dos bilhetes aéreos emitidos no Brasil.
O 31º ECB teve o objetivo de estreitar as relações comerciais e promover negócios entre operadores e agentes de viagens. Esta é a maior edição já realizada pela entidade: durante os dois dias do evento, que terminou na sexta-feira, 27, aproximadamente 3.000 agentes de viagem visitaram os 140 expositores.
A Braztoa, fundada em 1989, é uma sociedade civil sem fins lucrativos e está entre as mais representativas entidades do setor no país. Seus 72 associados representam mais de 200 produtos entre companhias marítimas, redes hoteleiras, locadoras de veículos, companhias aéreas, cartões de assistência internacional, organismos de turismo, operadoras internacionais, parques de diversões, entre outros.

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