Fomento do turismo na América Latina é debatido no Estado de Mato Grosso

Com o tema ‘Logística e In­­­fra-Estrutura para o Mercado de Fronteira’, aconteceu­ na últi­­­ma semana o 4º Frontur 2007 (Seminário Internacio­nal de Turismo de Fronteiras), em Mato Grosso.

Fi­­­­­­ze­­­­­­ram par­­­te das discus­sões­ ocor­­ridas no Centro de Even­­tos­ do Pan­tanal, em Cuia­­­bá representantes dos setores público e privado do Brasil, Bolívia Peru e Paraguai.
Participaram do painel me­­­diado pelo representante do Dnit (Departamento Nacio­­­nal­ de In­­fra-Es­­trutura de Trans­­­­­­portes), Tércio Lacerda­ Almeida, o representante­ da província de Cusco (Peru), Gustavo Elias Ortiz; da Companhia Ae­­­rosur (Aérea Boliviana), Hugo Dias; o proprietário da Real Norte Transportes/MT, Éder Pinheiro; o representante do Sindicato das Indústrias Químicas de Mato Grosso, Olegário de Campos; o representante da Unifoz, Luís Rolim; e a representante da Secretaria Nacional de Turismo do Paraguai, Sofia Montiel.

Mais que destacar as necessidades de melhoria tanto na infra-estrutura dos países sul-americanos quanto da questão logística, todos os painelistas foram unânimes em afirmar que somente a união entre o poder público e a iniciativa privada é capaz de fomentar o turismo na região. “Temos uma indústria maior que o agro­­negócio que é o turismo. Ele gera renda e emprego, mas é cercado de muita bu­ro­­­­cracia. Precisamos acabar com esse entrave”, destacou o empresário Éder Pinheiro.

Pinheiro lembrou a im­­­por­tância da criação de linhas de crédito e incentivos fiscais pe­­lo governo para aqueles que sobrevivem do turismo. “A grandiosidade da integração da América Latina só depende da gente, de nossos esforços”.
Para o representante da Unifoz, Luís Rolim, uma saí­da viável e econômica é o in­cremento da malha viária. “Pre­­cisamos trabalhar o interior da América do Sul. Priorizamos muito o litoral brasileiro. É hora de olharmos para o centro do continente. A via terrestre, até mesmo por conta do atual caos na avia­­ção brasileira, é a melhor op­­ção. É possível, temos que acre­­ditar”, destacou.

Apesar de problemas de ordem política e burocrática­ que acabam atrasando o processo de integração de todos os países sul-americanos, mui­­tos projetos pró-união estão sendo viabilizados. Um bom exemplo é a ‘Rota Pantanal Pacífico’, organizada pelo Ins­­tituto Pantanal Pacífico, que percorrerá desde o Brasil Cen­­tral até as regiões banhadas­ pelo Oceano Pacifíco.

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