16 de abril de 2021

FMT promove curso sobre síndromes febris para profissionais da área

A abertura das atividades, na manhã de ontem, contou com a presença dos diretores presidentes da FMT e da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas), Sinésio Talhari e Evandro Melo, respectivamente.

Cerca de 600 médicos e enfermeiros da rede pública e privada de saúde em Manaus reúnem-se, até hoje, no auditório da FMT/AM (Fundação de Medicina Tropical do Amazonas), para o 4º Curso de Atualização no Manejo de Pacientes com Síndromes Febris Agudas. Promovido pela FMT/AM, o curso tem o objetivo de ampliar a capacidade destes profissionais quanto ao diagnóstico correto das síndromes febris, ou seja, todas as doenças que apresentam febre como sintoma. A abertura das atividades, na manhã de ontem, contou com a presença dos diretores presidentes da FMT e da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas), Sinésio Talhari e Evandro Melo, respectivamente.
O curso está sendo ministrado por médicos infectologistas da FMT. Os participantes, divididos em seis turmas, estão discutindo alguns casos clínicos, com base em situações de pacientes que foram atendidos na Fundação, bem como aspectos epidemiológicos das principais doenças febris que incidem no Amazonas. “O encontro nos ajuda a reforçar a qualidade da assistência médica em toda a rede de saúde de Manaus e garantir que a FMT concentre seus esforços nos casos de pacientes que, de fato, precisem da prioridade dos nossos especialistas”, afirmou o infectologista Antônio Magela, um dos palestrantes do curso.
Nos últimos anos, a Fundação de Medicina Tropical tem prestado um serviço de referência no Estado quanto aos casos de síndromes febris de maior gravidade. Para Sinésio Talhari, um dos resultados obtidos com o curso é a definição de critérios para que seja feita uma triagem das demandas de pacientes nessas condições que se dirigem à Fundação e o devido encaminhamento dos casos menos graves a outras instituições de saúde do Estado. “Com uma demanda melhor selecionada, conseguimos oferecer um atendimento de ainda maior qualidade. A prova disso é que, nos últimos dois anos, a FMT não registrou qualquer caso de óbito de pacientes acometidos de dengue com complicações ou dengue hemorrágica, por exemplo”, afirmou o diretor.

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