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Flautistas do Brasil e de vários países se reunirão em Manaus

De 6 a 9 de junho, quinta-feira a domingo, Manaus irá receber o 20º Festival Internacional de Flautistas, evento que em três décadas já circulou pelas cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Fortaleza, Salvador, São João del Rei/MG, Maringá/PR, Uberlândia/MG, Campinas/SP, Belém, Vitória/ES, São Paulo, Diamantina/MG, Paraty/RJ e retorna a Manaus onde já aconteceu em 2012. O Festival é realizado pela Abraf (Associação Brasileira de Flautistas) e, na capital amazonense, será coordenado e produzido pelo músico Arley Raiol, realizado nos Teatros Amazonas e ICBEU (av. Joaquim Nabuco, 1286 – Centro).

“Além de flautistas brasileiros, também participarão do Festival, músicos vindos dos Estados Unidos, Suíça, Bélgica, Rússia e Venezuela. Artistas e professores de destaque em orquestras e instituições como: USP, UFRGS, UFPel, UEMG, UEA, IECG, EMESP, Conservatório de Tatuí, LAOCS, Conservatoire de Genève – Haute École de Musique (Suíça), Berklee College of Music (EUA), University of Southern Mississippi (EUA), Conservatoire de Saint-Hubert (Bélgica), Conservatoire de Bertrix (Bélgica), OAF, OSUSP, OSB, OSBA, OSP e OSMC”, listou Arley.

Arley é músico profissional há 28 anos, flautista da Orquestra Amazonas Filarmônica há 20 anos, professor de flauta e maestro do Coral de Flautas do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro. É, ainda, maestro do Coral da Aliança Francesa de Manaus, e membro da diretoria da Abraf.

“Ao longo de três décadas a Abraf vem reunindo flautistas brasileiros e internacionais, e incentivando o estudo da flauta com a realização de festivais, encontros, concursos, cursos, recitais, masterclasses e concertos”, informou.

Programação diversificada

Uma das propostas defendidas pela atual diretoria da Abraf é a descentralização das suas atividades, visando democratizar as oportunidades a todos os praticantes da flauta, que vivem nas mais diversas regiões do país.

“A pujante produção cultural de Manaus e do Amazonas, com a sua tradição de promover e receber grandes eventos culturais, a abrangência dessas realizações que dão suporte e visibilidade tanto às manifestações da cultura local, regional e autóctone, quanto às complexas performances ao estilo da tetralogia do ‘O Anel do Nibelungo’, de Wagner, sem dúvida são características que destacam nossa capital e Estado, e que nos motivaram a trazer para Manaus esse evento cultural, repleto de efemérides como o centenário do flautista brasileiro Altamiro Carrilho, os 30 anos da Abraf e a 20ª edição do Festival Internacional de Flautistas”, falou.

A programação do Festival será diversificada, com algumas atividades realizadas em espaços diferentes, ao mesmo tempo. No palco do Teatro Amazonas acontecerá a abertura no dia 6, com apresentações no hall às 19h30, e o encerramento no dia 9, às 11h). A programação completa, com as informações sobre os artistas e o repertório que será apresentado, assim como os locais e horários de realização das atividades pedagógicas (oficinas de improvisação, choro, pífano e composição coletiva; palestras, e evento científico), estarão disponíveis nos sites da Abraf: www.abraf.org e do Icbeu: www.icbeu.com

Atividades pedagógicas  

Entre os flautistas renomados, que participarão do Festival, Arley cita Michel Bellavance, professor do Conservatoire de Genève – Haute École de Musique; Fernando Brandão e Wendy Rolfe, professores da Berklee College of Music; Danilo Mezzadri, professor da University of Southern Mississippi; Victor Somma, professor do Conservatoire de Saint-Hubert e Conservatoire de  Bertrix; Cássia Carrascoza, professora da USP; e professor Raul d’Ávila, entre outros.

“As apresentações ocorrerão durante todo o Festival e serão abertas ao público. Para participar das atividades pedagógicas, é necessário se inscrever por meio do link ‘inscrição’, no site da Abraf, ou presencialmente, pela manhã, no hall do Teatro ICBEU, nos dias de realização do Festival, para credenciamento, o que nos permitirá oferecer certificados de participação e garantia de trânsito com segurança nos locais de realização dessas atividades”, avisou.

As atividades pedagógicas compreendem dois eixos: 

1) Atividades de formação e aperfeiçoamento musical, tais como sete masterclasses, doze oficinas de criação e composição, improvisação, choro e pífano; palestras, apresentações de trabalhos científicos e práticas musicais coletivas que evidenciam a flauta em suas diversas formações, incluindo a Orquestra de Flautas da Abraf;

2) Doze apresentações musicais gratuitas e abertas à população ao longo de todos os quatro dias do Festival.

“Nosso objetivo é favorecer o aperfeiçoamento técnico e musical dos participantes do Festival, e ofertar ao público manauara ótimas opções de lazer com música instrumental de qualidade, contribuindo assim com a formação de público para eventos musicais e artísticos aqui realizados”, concluiu.

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Evaldo Ferreira

é repórter do Jornal do Commercio
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