Fiscalização de agrotóxicos será intensificada pelo governo nos próximos meses

Entre julho e setembro, no período pré-safra, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) intensifica as fiscalizações de rotina em indústrias fabricantes de agrotóxicos e empresas credenciadas para tratamento fitossanitário. Falsificação e contrabando também são alvos dos fiscais.
De acordo com o coordenador geral de agrotóxicos da SDA (Secretaria de Defesa Agropecuária), Luís Eduardo Rangel, os agrotóxicos ilegais são aqueles que não possuem registro no Mapa e o uso é proibido por não terem eficácia comprovada. “O registro desse defensivo é fundamental para garantir a segurança alimentar e é papel do Mapa atestar a eficiência agronômica do produto”, ressaltou.
O uso inadequado de agrotóxicos ou defensivos sem registro pode desenvolver resistência das pragas nas lavouras e acarretar resíduos em produtos vegetais acima dos LMRs (Limites Máximos de Resíduos) permitidos. Além disso, a prática pode ser nociva à saúde humana e ao meio ambiente, já que não foram avaliados pelos órgãos competentes: os ministérios da Saúde e do Meio Ambiente.
Ao comprar agrotóxicos contrabandeados, o agricultor tem prejuízo, pois o produto não oferece as garantias de eficácia e compromete a produtividade da lavoura, além de ficar sujeito a multas.
No site do Ministério da Agricultura, o usuário pode acessar o Agrofit (Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários) para obter informações sobre marca comercial, cultura, ingrediente ativo, classificação toxicológica e classificação ambiental. No endereço www.agricultura.gov.br, basta clicar em Serviços, Agrotóxicos e, em seguida, Sistema Agrofit.

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