FIEAM, a jornada pela economia e cidadania na Amazônia

FIEAM 67 anos: Parabéns, parceiro e guerreiro Antônio Silva, pela condução competente da chama olímpica industrial que estará irremediavelmente acesa em nossas mentes e corações dos que amamos esta terra chamada Amazonas, nossa Amazônia. 

Por Wilson Périco(*) [email protected]

São 67 anos com muito suor, conquistas e superação. Uma caminhada que pode ser resumida em luta, resiliência, determinação e construção de uma sociedade melhor. O desafio constante de sobreviver e viver em estado permanente de vigilância e obstinação. Assim tem sido este oráculo de vida e conquistas chamado Federação das Indústrias do Estado do Amazonas. Uma atuação que energiza, catalisa e agrega os elementos que compõem o modo Amazônia de compatibilizar economia, meio ambiente e cidadania. 

A obra dos pioneiros da Amazônia se faz presente na investigação de como se deu a história de tentativas, eventuais desacertos e muitos avanços na redução crescente das inaceitáveis desigualdades regionais deste país injusto e pouco includente. Mudar essa paisagem foi a bandeira cotidiana de toda uma geração de pioneiros que viu a economia da borracha ser desconstruída pela omissão preguiçosa de promover a perenização do processo e das cadeias produtivas do beneficiamento e da inovação. 

 O empreendedorismo de Isaac Benayon Sabbá, Moysés Israel, Abraão Sabbá, é o investimento revestido de sofrimento e de teimosia. Ninguém consegue construir uma refinaria no coração da floresta amazônica se não estiver movido pela teimosia de empreender. Eles eram tio e sobrinho que se transformaram em sócios de uma utopia antecipada: gerar infraestrutura energética para viabilizar o progresso. Em torno do projeto e da persistência se juntaram outros judeus, árabes, nordestinos, lusitanos, em sintonia e parceria construtiva. A família Bemol, que reuniu os Benchimol, Benzecry e Minev, é referencial de insistência na direção da prosperidade. 

A FIEAM sintetiza tudo isso, a somatória de tantos sonhos, que incluiu Mário Guerreiro, fundador do CIEAM, um visionário e centenário construtor de uma nova consciência corporativa e cívica. Com ele, a fibra e a força de Petronio Augusto Pinheiro, Antônio Andrade Simões, João Mendonça Furtado e tantos arautos desta boa nova chamada Zona Franca de Manaus. Parabéns, parceiro é guerreiro Antônio Silva, pela condução competente da chama olímpica industrial que estará irremediavelmente acesa em nossas mentes e corações dos que amamos esta terra chamada Amazonas, nossa Amazônia. 

(*) Wilson é economista, empresário, presidente do Centro da Indústrias do Estado do Amazonas e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas.
Foto/Destaque: Divulgação

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email